sexta-feira, 27 de março de 2009

Pelos seus frutos os conhecereis

Por Mike

O que você prefere comer: uma banana podre ou uma banana boa e madura?

Materiais:
Uma banana podre
Uma banana boa

Duração:
Cerca de 4 minutos

Tópicos:
Fecundidade, piedade / Luz,
Veracidade, Valores



O que você vai fazer durante a aula:

Você vai mostrar às crianças a má banana e obter sua primeira reação. Aí você vai mostrar a banana boa e obter uma reação diferente. Isto ajudará as crianças a saberem a diferença entre a produção de bons frutos e maus frutos em sua caminhada diária com Cristo.

O que você vai dizer:

Quando você mostrar a todos a banana podre pergunte: "Quem gostaria de comer essa banana? Por que você não quer comer isso? Associar com o Mateus 7:20 que diz que “por seus frutos os conhecereis”. Que tipo de fruta que você deseja produzir? Será que o fruto da sua vida é boa, como esta banana ou não tão bom, como esta banana podre?

Extraído e adaptado de http://www.kidssundayschool.com

COMO ENSINAR O VERSO PARA DECORAR PARA OS PRÉ-ESCOLARES



Leann Campbell

Simples, Significativo e Divertido

“Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11)

Rapidamente, em dez minutos, conduzi minha classe de alunos de 4 e 5 anos em uma atividade divertida para ajudá-los a memorizarem o verso bíblico. Então, oramos a respeito de algo diretamente relacionado com o verso. As crianças dessa idade, muitas vezes, fazem lon-gas orações, mencionando a todos e a tudo que conhecem. Porém, meu alvo é ensiná-las o significado do verso para decorar e orar por algo específico.

Desenvolvi três diretrizes para ensinar o verso e a oração para essa faixa etária. Meu ob-jetivo é fazer com que seja simples, significativo e divertido.

1. Mantenha-o simples.

As crianças nessa idade provavelmente conseguirão aprender versos curtos, com pala-vras compreensíveis. Uma lição que sugira algo como: I Samuel 3:9 como verso para memori-zar (“Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”), faz com que eu busque um texto mais fácil. As sete palavras nesse verso não fazem parte do vocabulário diário da criança de 4 anos. Prefiro usar as palavras de Moisés, que se encontram em Êxodo 3:4: “Eis-me aqui”. Crianças de quatro anos podem facilmente dizer e compreender essas três palavras.

2. Torne-o significativo.

Para que seja significativo, o verso para decorar deve estar associado com a lição bíblica do dia. Esse é apenas parte do propósito, visto que as crianças devem também aplicá-lo à sua vida no mesmo instante. Uma de nossas histórias bíblicas com o verso: “Eis-me aqui” é a histó-ria do menino Samuel quando ouviu Deus chamando-lhe pelo nome. Provi-lhes um telefone feito de lata e barbante e elas se revezavam chamando uma a outra pelo nome e respondendo: “Eis-me aqui”. Conversamos a respeito de como, normalmente, não ouvimos Deus falar conos-co de forma audível, mas que temos Suas palavras na Bíblia. Uma de Suas mensagens a nós, na Bíblia, é para obedecermos nossos pais. As crianças pensam em formas como podem obe-decer e então todos curvamos a cabeça. Depois de eu proferir uma ou duas sentenças na ora-ção, cada criança ora pedindo ajuda para ouvir e para obedecer a seus pais.

Visto que meu objetivo é fazer com que o verso para decorar seja significativo, deixo de ensinar a referência bíblica. As crianças ainda não necessitam disso uma vez que não lhes diz muito mencionar que o verso se encontra em Salmo 4:3 ou Êxodo 3:4. Posteriormente a criança poderá aprender a referência, quando puderem por si mesmas ler a Bíblia e compreender o significado do verso.

3. Torne-o divertido.

Falar pelo telefone feito de latas foi uma forma divertida de as crianças aprenderem o ver-so para decorar. A cada semana planejamos uma atividade divertida que enfatiza o verso. A maioria dos manuais para os professores apresenta muitas sugestões de jogos ou cânticos que favorecem o aprendizado. Se nada parece se adequar a meus propósitos, crio uma atividade. Sempre tento ler a lição no início da semana a fim de ter tempo suficiente para trabalhar as i-déias em minha mente.

As lições a respeito dos animais provêem muitas oportunidades para atividades divertidas. Guardo os calendários antigos com fotos de animais (também de flores, de alimentos e de tudo o mais que poderia ser usado para ilustrar uma lição). Gênesis 2:19 e 20 nos diz que Adão deu nome a todos os animais. Esses versos necessitam ser encurtados para que a maioria das cri-anças de 4 e 5 anos possam aprendê-lo. Assim tente a porção do verso 19 que diz: “e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome”. Coloque as figuras no quadro ou permita que cada criança escolha uma figura (ou um animal de brinquedo) para segurar en-quanto pensa em um novo nome para lhe dar. Pensar em um nome estranho para os animais será divertido e mais significativo do que simplesmente dizer: “Deus disse a Adão para dar no-mes aos animais”.

Visto que passamos apenas 10 minutos, em cada parte do ensino, as crianças passam para a próxima atividade sem se sentirem cansadas. Algumas vezes, elas dizem o verso para decorar mas não desejam orar. Quando hesitam, ajudo-as ao fazer com que repitam as pala-vras depois de mim. (Orar pode ser algo novo para algumas crianças em cujo lar não há esse costume.)

Nossas crianças pré-escolares realmente não se importam de memorizar o verso se essa atividade for simples, significativa e divertida. Sabemos que elas apreciam o que estão fazendo e este é o nosso alvo como professores. Temos por objetivo levá-las a apreciar a Palavra de Deus e a aplicá-la a sua vida.

RESUMINDO: Torne o verso para memorizar adequado à faixa etária e co-ordene itens visuais para ajudar na memorização. Com um pouco de criati-vidade, essa atividade pode ser divertida.

LeAnn Campbell é professora aposentada. Ela começou a escrever como freelance em 1990 e tem mais de 800 artigos publicados, em mais de 100 publicações. LeAnn e seu marido têm seis filhos adultos, onze netos e um bisneto.


[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, outubro-dezembro de 2004, pp. 20-21.]

quinta-feira, 26 de março de 2009

Prepare-se para a aula




Comece com antecedência - leia a passagem bíblica que você irá ensinar uns 15 a 10 dias antes da aula várias vezes e até em traduções diferentes da Bíblia. Prepare o roteiro 7 a 5 dias antes. Assim você tem tempo de comprar e preparar o material necessário e ensaiar e repassar a história.

Comunique-se - se você trabalha com um assistente ou professor auxiliar, passe o que você programou para ele, numa reunião e por escrito. Ou ainda melhor, programe junto com seu auxiliar o trabalho - diz o ditado que "Duas cabeças pensam melhor que uma!"

Prepare um roteiro básico - em geral ele deve indicar:
- Objetivo: Qual a mensagem / verdade bíblica que quero transmitir?
- Texto: Qual passagem Bíblica usar?
- Como: Qual material didático ou método vou usar? Quais serão as atividades de fixação?
- Tempo: Qual o tempo disponível? O que programei cabe neste tempo?

Em seguida faça o Plano de Aula completo, que deve conter, por escrito cada passo da aula: quem faz o que, o tempo previsto para cada atividade, o material necessário, o resumo da história que você ira contar...

Atenha-se ao objetivo em todas as etapas. As músicas, o versículo para memorizar, as atividades com as crianças, tudo deve transmitir a mesma mensagem.

Ensaie - depois de ter feito o roteiro da sua aula, ensaie. Ensaie o texto, como o irá dizer e a sequencia dos acontecimentos. Pegue o material que irá usar e ensaie com ele (por exemplo, coloque as figuras do flanelógrafo em ordem de uso; ensaie entradas e saídas dos fantoches, a altura do braço, expressões; etc..).
Tente em frente ao espelho, assim você tem uma idéia melhor do que seus alunos verão.

Teste as atividades - A tinta e papel escolhidos para as crianças pintarem são atóxicas? O papel resiste à tinta ou desmancha? Quanto tempo o papier machê leva para secar? Quanta sujeira a argila faz na mesa, preciso forrá-la com plástico ou jornal basta? Seja lá o que for que você decida apresentar para as crianças fazerem, teste antes em casa.

Ore sempre! - antes e depois da leitura, do preparo do roteiro, dos ensaios, das conversas e da aula!

Sorria, confie em Deus e divirta-se com suas crianças!

DICAS E SUGESTÕES PARA DEPARTAMENTO INFANTIL, DE ADOLESCENTES E EBD, LB, RJ, 2003.
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE ALAGOA NOVA
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL SEMEANDO VIDA

terça-feira, 24 de março de 2009

Tudo bem, filho, todo mundo faz isso!

Pierre Weil

Johnny tinha seis anos de idade e estava em companhia do pai quando este foi flagrado em excesso de velocidade. O pai entregou ao guarda, junto à sua carteira de habilitação, uma nota de vinte dólares. "Está tudo bem, filho", disse ele, quando voltaram à estrada. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha oito anos, deixaram que ele assistisse a uma reunião da família, dirigida pelo tio George, sobre as maneiras mais seguras de sonegar o imposto de renda. "Está tudo bem, garoto", disse o tio. "Todo mundo faz isso".

Aos nove, a mãe levou-o pela primeira vez ao teatro. O bilheteiro não conseguiu arranjar lugares até que a mãe de Johnny lhe deu, por fora, cinco dólares. "Está tudo bem, filho", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Com doze anos, ele perdeu os óculos a caminha da escola. A tia Francine convenceu a companhia de seguros de que eles haviam sido roubados e recebeu uma indenização de 75 dólares. "Está tudo bem, garoto", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Aos quinze, foi escolhido para jogar como lateral-direito no time de futebol da escola. Os treinadores o ensinaram como obstruir e, ao mesmo tempo, agarrar um atacante adversário pela camisa sem ser visto pelo juiz. "Tudo bem, garoto", disse o treinador. "Todo mundo faz isso".

Aos dezesseis, Johnny trabalhou num supermercado durante as férias de verão. Seu trabalho: colocar as frutas maduras demais ou estragadas no fundo das caixas e distribuir por cima as frutas mais bonitas, para ludibriar os fregueses. "Tudo bem, garoto", disse o gerente. "Todo mundo faz isso".

Na mesma época, Johnny e um vizinho candidataram-se a uma bolsa de estudos. O vizinho era o primeiro da classe, mas era órfão de pai. Johnny era um estudante medíocre, mas seu pai era presidente da associação dos ex-alunos do colégio. Johnny ganhou a bolsa. "Está tudo bem, filho", disseram os pais. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha dezoito anos, um colega mais adiantado lhe ofereceu, por cinqüenta dólares, as questões que iam cair numa prova final. "Tudo bem, amigo", disse ele. "Todo mundo faz isso".

Flagrado colando, Johnny foi expulso da sala. Ameaçado de perder o ano, voltou para casa com o rabo entre as pernas. "Como foi que você pode fazer isso com sua mãe e comigo?", gritou o pai verdadeiramente possesso. "Você nunca aprendeu essas coisas em casa". O tio George e a tia Francine também ficaram envergonhados do sobrinho colador, e proibiram que sua filha continuasse saindo com a turma de Johnny.


Se há uma coisa que o mundo adulto não pode tolerar, é passar vergonha por causa de um garoto que cola nos exames...

Extraído de http://pcdec.sites.uol.com.br/tudobemfilho.htm

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dicas para a atuação do Professor em sala de aula






1. O professor deve chegar, na sala de aula, 15 minutos antes do início da aula, para organizar o material.

2. O professor deve recepcionar as crianças com alegria e entusiasmo, procurando conhecer cada uma.

3. A atitude do professor deve ser sempre de interesse pelas crianças, atenção e orientação, no amor e paz de Jesus.

3. É importante ter informações sobre método, prática e recursos didáticos para melhorar o processo ensino-aprendizagem.

4. O ambiente deve, também, receber especial atenção por parte do professor. O ambiente deve ser tranqüilo, bem arejado e bem iluminado.



Dica de rotina de aula:


Primeiro: Chegada e recepção

As crianças devem ser recepcionadas e preparadas para o início da aula. O professor deve orar e sugerir alguma atividade preliminar.


Segundo: Atividades Preliminares

O professor pode utilizar jogos bíblicos, cantar corinhos e oferecer brinquedos adequados à idade das crianças.



Terceiro: Conteúdo Programático

Com a direção do Espírito Santo, o conteúdo deve ser apresentado e, sempre que possível, utilizando recursos e técnicas didáticas para despertar o interesse e a atenção das crianças. Podem ser utilizadas dramatizações de historinhas bíblicas, trabalhos manuais, exercícios escritos, dentre outros.



Quarto: Encerramento

O encerramento das atividades deve ter início com a organização do material utilizado. Em seguida oração final e despedida.
Extraído de www.portalgospel.com.br

terça-feira, 17 de março de 2009

Motivando a sua classe à aprendizagem



Oito chaves para o êxito

Por: Lois Keffer and Dean Stone


1 Conecte-se emocionalmente com sua classe

Se deseja que as crianças estejam motivadas e interessadas em aprender, você precisa fazer uma conexão emocional. A parte do cérebro que governa a emoção pode ajudar tanto a aprender como interromper a aprendizagem. As crianças precisam de uma boa razão para fazer o que você está pedindo, uma razão que seja de seu interesse pessoal. Isto pode fazer sentir-se orgulhoso por uma realização, sentir prazer por ter feito uma atividade, sentir satisfação de completar uma tarefa desafiante ou a emoção de investigar algo novo.

2 Elimine os medos

Embora a igreja seja um lugar de pessoas que amam a Deus e desejem o melhor para seus filhos, pode também ser um lugar de ameaças para as crianças. Josué sentia medo, pois sempre ouvia seu professor lhe dizer que não era permitido brincar com seus carrinhos de brinquedos na Escola Sabatina. Lucas, uma criança que não suportava estar sentado mais do que quatro minutos, sentia medo dos professores porque lhe diziam que devia sentar-se tranqüilo no círculo para a história bíblica.

3 Desafio ao êxito

Uma vez que há sentido de conexão emocional e segurança, o que a criança precisa em seguida é um desafio. Os cérebros humanos foram criados por Deus para responder ao desafio, especialmente se há uma oportunidade de êxito razoável. As crianças respondem às atividades na classe quando estas atividades trazem um desafio para o êxito. Para uma criança como Lucas, uma história bíblica apresentada em forma de jogo ativo resultará em maior aprendizagem que se for forçado a manter-se quieto. Ele pensará, Que Legal! Isto eu posso fazer. Gostaria que a história bíblica fosse sempre assim cada semana.

4 Dê opções

A possibilidade de escolher tem uma função importante na motivação. A livre determinação é uma característica dada por Deus à raça humana. Por conseguinte necessitamos fazer o que nos é pedido, mas de vez em quando a oportunidade para fazer uma escolha anima tanto as crianças como os adultos a participarem naquilo que escolheram.
Deixe que as crianças escolham que personagem eles querem representar quando atuam na história bíblica. Deixe que eles escolham as atividades de aplicação, que apelam aos diferentes estilos de aprendizagem. Você ficará maravilhado de como as crianças estão desejosas de participar nas opções que fizeram.

5 Considere um sistema de recompensas positivas

A conexão emocional leva as crianças a responderem ao desafio e este torna-se significativo somente se há uma “atração”. O que conseguirão as crianças com isto? Se elas fazem o que você quer que façam, que atração pode ter para eles? Para responder a esta pergunta alguns professores usam um sistema de recompensa positivo, que motivam os alunos que têm dificuldades para motivar-se por si mesmos – “Se disseres um versículo de memória, ganharás pontos para ir a um acampamento”. “Se terminares de fazer as notícias a tempo, serás o auxiliar do professor para este dia”. Quando as crianças entendem claramente as expectativas, o sistema de recompensa positivo pode ser simples e efetivo.

6 Estabeleça expectativas razoáveis e realizáveis

Estabeleça expectativas que sejam razoáveis e realizáveis para as crianças em sua classe. Por exemplo, não espere que uma criança do jardim da infância permaneça sentada do mesmo jeito que uma criança do primário. Trate de entender e esteja atento, encaixando atividades que se ajustem à eles.

Enquanto os sistemas de recompensas funcionam para resolver problemas a curto prazo, uma aprendizagem real acontece quando as recompensas vêm de dentro da criança – uma alta estima e satisfação afloram com uma tarefa completa.

7 Estabeleça uma relação afetiva

Isto é simples de entender. As crianças que a amam querem agradá-la. As experiências de êxito têm muito a ver com as relações de benevolência. Quando as crianças trabalham fortemente para entender uma nova verdade bíblica e integrá-las a sua vida, elas necessitam ser incentivadas e afirmadas tanto pelos professores de classe na Igreja, como pelos pais no lar.

Noticie e comente estes passos de progresso, é fácil passá-los por alto nas celebrações pequenas porque ante os olhos dos adultos, o fato não é tão significante. Esta dimensão de relações no ensino é muito importante. Tome tempo para comemorar as respostas às orações, dizendo: Que legal! depois de um jogo de recapitulação bíblica que demonstre quantas crianças aprenderam; dar um abraço a uma criança que não passou um bom dia. As relações afetivas positivas podem prover a conexão emocional para começar a cadeia de aprendizagem.

8 Faça um suspense com o que vai vir

A curiosidade é algo extraordinário. Em um milésimo de segundo um flash resplandece no contacto de olhos que você e as crianças cruzam, e logo se dará conta que aceitou a atenção deles. Ali você está ajudando a construir a conexão emocional necessária para a aprendizagem ao criar mistérios, emoção e antecipação do que vai vir. Você captou a atenção e eles estão desejosos de aprender.

Ministério da Criança
Divisão Sul-americana
Idéias 2003

Salomão testemunha à rainha de Sabá



Revelamos o amor de Deus ao servir os outros

VERSO BÍBLICO PARA MEMORIZAR (JU 3T 04):
“Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor, a quem escolhi.” Isaías 43:10.

TEXTO(S) CHAVE E REFERÊNCIAS
1 Reis 10:1-13; Profetas e Reis, de Ellen G. White, CPB, págs. 66-68

OBJETIVOS
Saber que nossas palavras e ações podem influenciar a vida dos outros para o bem
Sentir entusiasmo porque Deus pode nos usar para testemunharmos para Ele
Responder ao permitir que Deus o use para alcançar outros.


A MENSAGEM
Quando servimos aos outros, revelamos o amor de Deus






“A rainha de Sabá veio visitar Salomão. Ouvindo de sua sabedoria, e do magnificente templo que ele havia construído, ela se determinou ‘prová-lo por enigmas’, e ver por si mesma suas famosas obras. ...

No final da sua visita, a rainha havia sido tão completamente instruída por Salomão quanto à fonte de sua sabedoria e prosperidade, que foi constrangida, não a exaltar o agente humano, mas exclamar:
‘Bendito seja o Senhor teu Deus.” — Profetas e Reis, de Ellen G. White, págs. 66 e 67


• Hora do brainstorm (chacoalhando os pensamentos):
Na sua opinião, por que Deus deu a Salomão riquezas e vida longa juntamente com sabedoria? (Para recompensá-lo por seu pedido altruísta).
• Que recompensas extras, se houver, Deus tem dado a você em acréscimo às coisas específicas que pede a Ele? (Posses materiais etc.)
• Na sua opinião, por que Ele dá estas coisas para vocês e o que você fará com elas? (Para fazer nossa vida mais feliz, para nos capacitar a ajudar os outros.)


Explorando o Texto Bíblico

Uma moeda, uma pedra pequena, pesam o mesmo que um siclo.
Procure Mateus 26:14-16. De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, as palavras “moedas de prata” são entendidas como se referindo a siclos. Trinta moedas de prata eram, aproximadamente, o salário de 120 dias de trabalho. Trinta siclos de prata eram, tradicionalmente, o preço de um escravo.
Agora determine quanta prata Judas recebeu por vender Jesus aos sacerdotes. Pedir aos alunos que leiam 1 Reis 10:10.
Um siclo possui 11,4 gramas.


Mostrar aos alunos um item que pese o mesmo que um siclo (por exemplo: uma moeda, uma pedra).
Pedir aos alunos que procurem Mateus 26: 14-16.
De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, as palavras “moedas de prata” são entendidas como se referindo a siclos. Trinta moedas de prata eram, aproximadamente, o salário de 120 dias de trabalho. Trinta siclos de prata eram, tradicionalmente, o preço de um escravo.

Durante os tempos bíblicos, um talento era igual 3.000 siclos. O peso-base do talento 34,2 quilogramas.
Descubra quanto ouro a rainha de Sabá trouxe para Salomão.

(Imagine a riqueza dos presentes que a rainha de Sabá trouxe a Salomão pois somente em ouro, ela trouxe 4.000 quilos!!!)


Oração
Algumas vezes, podemos ficar tão envolvidos em fazer pedidos a Deus, que nos esquecemos de louvá-Lo. Louvar é dizer obrigado a Deus pelo que Ele é, por Seu caráter,porque Ele é nosso Criador, e pelo que Ele tem feito ao dar Jesus Cristo como sacrifício por nossos pecados.

Ofertas
Deus abençoou Salomão com riqueza e sabedoria. Isto atraía pessoas para seu palácio, onde ele poderia contar-lhes sobre Deus. Através de nossas ofertas, nós também podemos ser testemunhas para Deus.


Vivenciando a História
Leia 1 Reis 10:1-13. Se possível, olhe em comentários bíblicos como era o Templo e o palácio de Salomão, que alimentos eram servidos, quantas pessoas eram necessárias para cuidar do palácio e do Templo, e como era a vida de Salomão.



Esta história me fascina. O modo como Salomão vivia a sua sabedoria, concedida por Deus, era o melhor e maior modo de testemunhar. Você pede sabedoria a Deus, testemunha dEle servindo??? Ótimo dia cheio de vitórias com Cristo. Com amor, Tia Célia


Plano de ação
A
Falar e agir
SALOMÃO TESTEMUNHA À RAINHA DE SABÁ
VERSO BÍBLICO PARA MEMORIZAR (JU 3T 04):
“Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor, a quem escolhi.” Isaías 43:10.

TEXTO(S) CHAVE E REFERÊNCIAS
1 Reis 10:1-13; Profetas e Reis, de Ellen G. White, CPB, págs. 66-68

OBJETIVOS
Saber que nossas palavras e ações podem influenciar a vida dos outros para o bem
Sentir entusiasmo porque Deus pode nos usar para testemunharmos para Ele
Responder ao permitir que Deus o use para alcançar outros.


A MENSAGEM
Quando servimos aos outros, revelamos o amor de Deus


PARTILHANDO A LIÇÃO COM AS PESSOAS COM QUEM CONVIVO
Plano de Ação
Conversar com os alunos sobre três lugares na comunidade, na opinião deles, onde podem servir os outros. Escrever a lista no quadro e deixar que a classe escolha uma. Fazer uma lista das coisas que precisam ser feitas e delegar uma tarefa para cada um dos alunos. Combinar com a classe o dia e hora conveniente para executarem a tarefa.
Lembrem-se: SERVIMOS MELHOR QUANDO NOSSAS AÇÕES CORRESPONDEM AO QUE FALAMOS.

Aproveite bem esta excelente atividade. Se conhecer alguma outra e quiser compartilhar, escreva para celinhaferrarez@hotmail.com Ótima aula, professor / líder querido. Com amor, Tia Célia


Extraído de http://www.historiasbiblicas.advir.com/historiasbiblicassitearquivos/11-13/ju%20salomao%20rainha%20sabah.htm

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

PARA ENSINAR A BÍBLIA PARA OS PEQUENOS


EU SOU A BÍBLIA

Tenho também muitos outros nomes. Você tem mais de um nome, não tem? Às vezes sou chamada A PALAVRA DE DEUS, o que verdadeiramente sou. Outras vezes sou chamada AS ESCRITURAS, que significa “os escritos”. Homens santos escreveram as mensagens que Deus lhes mandou escrever, e esses escritos, juntos, formam o livro chamado a BÍBLIA. Eu gosto de ser chamada O LIVRO, porque eu sou o livro acima de todos os outros livros. Não me trate como você trata qualquer livro sem importância, de contos de fadas, ou mesmo seus livros de aritmética ou história do Brasil, porque estes foram escritos por homens, enquanto eu, como você vai ver, fui dado por Deus. Não se esqueça, então, dos meus nomes:
1) BÍBLIA
2) O LIVRO
3) AS ESCRITURAS
4) A PALAVRA DE DEUS

EU SOU O LIVRO QUE DEUS ESCREVEU

Deus, o Espírito Santo, é o meu Autor. Veja em II Pedro 1:21 e você verá que os homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. II Tim. 3:16 diz-nos que toda a Escritura é dada por inspiração de Deus. Por que não procurar esses versos agora mesmo, para ver o que eles dizem a meu respeito? O quê? Você não tem uma Bíblia? Mary Jones caminhou quarenta quilômetros e pagou trinta e cinco mil cruzeiros por mim! Você pode comprar uma por pouco dinheiro. Mas estou vendo que alguns de vocês têm Bíblias. Tomem cuidado, tratem as minhas páginas com reverência! Antes de ter sido inventada a imprensa, homens pacientemente copiavam-me à mão e, quando eles tinham de escrever o nome de Deus, primeiro eles lavavam a pena e molhavam-na em tinta especial, tão santo era o nome do meu Autor para eles!

ESCRITORES: UNS QUARENTA

Não parece isto estranho? Primeiro eu disse a vocês que Deus me escreveu, e agora digo-lhes que tive uns quarenta escritores. Mas este é o lado humano da história.
Durante os muitos anos em que Deus me estava dando ao mundo, Ele precisou e quis servir-se destes diferentes homens para escreverem a mensagem. Foram realmente Moisés e Isaías, Paulo, João e outros que escreveram, mas Deus de tal maneira inspirou seus corações que eles escreveram exatamente o que Deus queria. Eram homens muito diferentes uns dos outros. Alguns eram ricos, outros eram pobres. Uns eram instruídos e outros não. Entre os meus escritores houve um que fazia tendas, outro trabalhava com o arado, um era cobrador de impostos, outro lavrador, outro médico, outro músico, outro poeta, outro cuidava de vacas, e um era pastor de ovelhas e veio a ser rei.

TEMPO: 1600 ANOS

Esta é outra coisa extraordinária a meu respeito. Levaram 1600 anos para me escreverem! Deste modo, como vocês vêem, a maior parte de meus escritores não se conheceram e muitos morreram antes que os outros tivessem nascido. Estes escritores viveram em diferentes lugares, e alguns dos livros foram escritos centenas de anos depois dos outros. Os meus escritores não se puderam ver uns aos outros, nem fazer comparações entre o que escreveram; eles apenas escreveram a mensagem que Deus lhes deu. Algumas partes foram escritas em cidades, outras nos desertos, outras nas prisões e outras em palácios.

PARTES: DUAS

Quem sabe os nomes das minhas duas partes? É isso mesmo: Velho e Novo Testamento. Mas, que quer dizer “testamento”? É um acordo, ou um testamento como muitas pessoas fazem antes de morrer, dizendo o que querem que se faça com suas possessões depois de terem morrido.
No Velho Testamento encontramos muitos acordos, ou promessas de Deus para fazer coisas maravilhosas para o Seu povo de Israel, inclusive mandar um Salvador, Seu próprio Filho. Assim, há muitas riquezas para nós no Velho Testamento, porque nós podemos aprender muito a respeito de Deus, nosso Pai, e ver o Senhor Jesus apresentado ali como Aquele que havia de vir.
No Novo Testamento, escrito depois da morte do Senhor, nós temos o acordo de Deus para salvar e dar todas as bênçãos àqueles que crerem no Seu Filho como seu Salvador.

LIVROS: SESSENTA E SEIS

Eu sou um livro composto de duas partes, e cada parte é composta de muitos livros. Quantos livros há no Velho Testamento? Quantos no Novo Testamento?

NO ENTANTO, EU SOU UM ÚNICO LIVRO

Realmente, isto é mais que extraordinário! Como podia eu ter sido escrita por uns quarenta homens, ter levado 1600 anos a escrever e, no entanto, depois de ajuntar tudo, ser apenas um livro, e um livro no qual cada parte concorda com todas as outras e se ajustam umas às outras, de modo a formar um todo?
Foi possível somente porque o mesmo Grande Autor disse a todos esses homens o que haviam de escrever. Foi o Espírito Santo de Deus: Ele é o Autor desse livro extraordinário.

MEU GRANDE TEMA: CRISTO

Eu fui escrita para falar de Cristo. Ele move-se através de minhas páginas. Se, quando vocês lerem a Bíblia, não encontrarem Cristo, “O Homem da Bíblia”, em suas páginas, lerão a Bíblia em vão.
Um negociante de diamantes, que não amava a Palavra de Deus, uma vez embrulhou um precioso diamante nas folhas que continham os primeiros três capítulos do Evangelho de S. João. Ele serviu-se desse papel porque era muito macio. O indu que recebeu o diamante recebeu com ele uma coisa muito mais preciosa. Em João 3:16 ele encontrou “O Homem da Bíblia”. Leu o versículo muitas vezes e depois disse: “Certamente este Salvador morreu por mim”. Pela fé, aceitou Jesus Cristo. “Eu O tomo agora mesmo como meu.”

OVERHOLTZER, Ruth. A Bíblia, a Palavra de Deus, São Paulo, ALIANÇA PRÓ EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS, páginas 18 a 21

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

ALGUMAS DICAS PARA OS PAIS

1. Arranje tempo para ser pai. Na sociedade moderna, muitas vezes o homem é apenas uma máquina de trabalhar. Você precisa se esforçar para ser um pai de verdade para os seus filhos.
2. Seja um pai atuante – converse, brinque, invente, viaje junto. Aproveite toda e qualquer oportunidade para interagir.
3. Às vezes, o Distúrbio de Deficiência da Atenção é realmente distúrbio de deficiência da atenção do pai.
4. Divida com a sua parceira a tarefa de disciplinar os filhos. Muitas vezes, o menino vai atender mais a você do que a ela – não por medo, mas pelo respeito que sente e pela vontade de agradar você. Não bata no seu filho nem o assuste. Isso só vai servir para torná-lo agressivo com os outros.
5. O menino copia tudo o que você faz. Ele vai copiar o modo como você trata a mãe dele. Vai adotar as suas atitudes, quer sejam racistas, de eterna vítima, de otimismo, de atenção e justiça e assim por diante. E ele só vai saber demonstrar as emoções dele se você demonstrar as suas.
6. A maioria dos garotos adora brincar de lutar. Use essas brincadeiras para para se divertirem e também para ensinar a ele autocontrole, a saber parar e estabelecer algumas regras para quando o jogo estiver ficando violento demais.
7. Ensine seu filho a respeitar as mulheres – e a se respeitar.


BIDDULPH, Steve. Criando meninos, São Paulo, Editora Fundamento Educacional, 2002, página 84

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

ALGUMAS MANEIRAS DE TRANSMITIR SENSO DE VALOR ÀS CRIANÇAS




“1. SEJA POLIDO:
É assim que mostramos respeito aos de fora da família, e isso funciona também dentro da família. Mas, como o psicólogo de crianças observou, sob todas as condições, a polidez deve ser ensinada polidamente. O que acontece frequentemente, no entanto, é que pais a ensinam grosseiramente. Quando uma criança interrompe alguém que já está falando, ela não está sendo polida. Mas quando um adulto interrompe a criança para dizer-lhe que ela está sendo rude, ele também o está.

2. ESCUTE COM SENSIBILIDADE:
Procure ouvir o que a criança está realmente tentando comunicar. Muita observação crítica ou depreciativa já foi feita às crianças porque os pais não tomaram o tempo de pensar sobre o significado das palavras das crianças. Obrigue-se, por um dia, a esperar cinco segundos antes de responder a qualquer comentário ou pergunta de seu filho. Veja se as suas respostas não mudam para melhor.

3. NÃO PROCURE MOTIVAR SENTINDO CULPA:
Nós, pais, nos tornamos vítimas desse inimigo da auto-estima quando nos sentimos culpados e frustrados. (...) Para obter o poder de sermos mais positivos em relação a outros, todos nós precisamos refletir mais sobre a maneira como Deus nos trata. Ele nos chama de seus filhos e filhas, herdeiros da vida eterna, apesar de não sermos dignos de tal amor.”

MALONE, Dennis. Filhos em idade escolar, Porto Alegre, Editora CONCÓRDIA, primeira edição, 1997, páginas 37, 38

TEMPO DE ESPERANÇA