domingo, 19 de setembro de 2010

OUSE DISCIPLINAR
Dawn Marie Barhyte

“Disciplina” – esta palavra evoca imagens de punições na infância.

O simples pensamento de disciplinar as crianças pode fazer com que um líder ou professor de crianças sinta um frio no estômago toda vez que se aproxi-ma de sua sala de aula.
✿ Agi certo na semana passada?
✿ Fui muito severo? Fui muito brando?
✿ O que devo fazer quando as crianças se comportam mal?

Certa manhã, enquanto minha supervisora observava minha classe do ensino fun-damental, as crianças entenderam sua presença não anunciada como um convite para desrespeitar nossas normas de etiqueta e na classe. O Antônio repentinamente foi tomado por um desejo irrestrito de correr, a Jéssica começou a conversar com a Sandra e então o Antônio começou a empurrar o Pedro. Um caos instantâneo!

Sentindo-me pressionada e despreparada, mandei o Antônio para fora da sala. Virei-me para a Jéssica e pedi-lhe que dissesse para toda a classe o que tinha de tão importante para contar apenas para a Sandra enquanto eu estava apresentando a lição. Então, com a testa franzida, saí para falar com o Antônio e perguntei-lhe como se sentiria se eu o empurrasse.

Mais tarde, essa supervisora e amiga afirmou: “Seu currículo parece ser muito bom, mas se o seu desejo foi que as crianças recebessem sua mensagem, então suas técnicas de disci-plina necessitam de alguma melhora”.

Ensinar as crianças a se comportarem devidamente e transmitir lições de vida pode ser algo realmente desafiante. Porém, na verdade, disciplina significa ensinar, não punir. De fato, a dis-ciplina é a prática de fazer discípulos e isso se consegue por meio de nosso exemplo de amor e de bondade. Punir pode fazer com que o comportamento indesejado cesse, porém pode resul-tar em efeitos colaterais não pretendidos.

A pesquisa mostra que as crianças que são intimidadas têm notas mais baixas do que a-quelas que estão em um ambiente aberto e de respeito. Se permitirmos que as crianças expe-rimentem as conseqüências de suas escolhas e se lhes dermos a oportunidade de aprenderem e de agirem melhor, então lhes estaremos dando as ferramentas para lidarem com seus desafi-os futuros dentro e fora da sala de aula. Certamente, podemos ir além do controle na sala de aula e fazer a verdadeira diferença nas experiências iniciais da fé da criança.

Quando as crianças se comportam mal e testam os limites – e isso acontecerá em algum momento – nossa função é exercer devidamente a disciplina, dependendo da idade, do estágio e do temperamento da criança. Por exemplo, certamente você não pode mandar uma criança de 5 anos sair da classe sem alguém para supervisá-la, até que tenha se recomposto, mas po-derá, devidamente, fazer isso com uma criança de onze anos. Talhar suas expectativas com base na informação é vital ao abordar os dilemas da disciplina que todos enfrentaremos não importa o quão capazes sejamos.

Na boa disciplina, o tamanho único não serve para todos. Talvez o menino de 11 anos so-fra de Distúrbio de Atenção e tenha a tendência de se distrair e de perambular. A disciplina apli-cada com cuidado é desafiadora. O que todos queremos é fazer melhor nosso trabalho, não obstante, podemos deixar de reconhecer que muitos dos métodos que usamos na sala de aula são ineficazes e podem incentivar a falta de conformidade. Necessitamos ajudar aqueles que estão sob nossos cuidados a desenvolverem valores e o caráter ao promovermos a autodisci-plina.

Há formas eficientes para disciplinar sem comprometer o senso de fragilidade da criança e ao mesmo tempo ajudá-la a desenvolver o domínio próprio a fim de ouvir nossa mensagem e a-prender. Necessitamos ter expectativas realistas e colocar limites justos e consistentes. Se você não sabe o que esperar dos alunos, como eles irão saber?

Ajudar os alunos a controlarem o próprio comportamento de forma que os ajude a apren-der é um alvo que pode ser alcançado por todos os professores. Há várias formas pelas quais o professor pode promover a boa disciplina na sala de aula.


PARA EVITAR O CONFLITO

Estas são algumas sugestões para fazer com que haja harmonia em sua sala:

• Proveja uma relação de padrões e as conseqüências lógicas se não forem acatados. Diga às crianças o que podem ou não fazer. Ainda melhor, determine conjuntamente com todos na classe que comportamento é aceitável e qual não é, enfatize o assunto falando a respeito do bom comportamento dos discípulos de Je-sus.
• Certifique-se de que sejam simples. Faça uma breve explanação positiva; a-presente descrições claras do que o aluno deve fazer. “Desejo que você levante a mão antes de responder ...”, ou “Necessito que você fale baixo durante a aula”.
• Seja consistente e justo! A justiça é fun-damental para as crianças. Trate a todos de igual forma; ainda que seu melhor alu-no cometa uma infração, você deve fazer com que ele sofra as conseqüências.

• Tire proveito do poder dos comentários positivos e das recompensas. Sorria, elogie e incentive o comportamento positi-vo. Elogie o bom trabalho, as boas res-postas, o bom comportamento. Seja gene-rosa nas afirmações: “Muito obrigado por sua ajuda”. “Como posso ajudá-lo?” “Gos-tei de sua observação”. “Parabéns por es-tar prestando a atenção, hoje”. “Seu traba-lho está muito bom”. “Gostei da forma como você ajudou a Sara em sua tarefa”. “Parabéns!”
• Mantenha elevadas as expectativas! Embora saibamos que as crianças repre-sentam desafios à disciplina, devemos também ter em mente, o tempo todo, que as crianças sob os nossos cuidados são
inerentemente boas, bondosas e que es-tão crescendo na fé.
• Aplique as conseqüências. Ao mesmo tempo, evite as ameaças, o uso do sar-casmo e ridicularizar; isso é contraprodu-cente e prejudica o crescimento espiritual do aluno.
• Mantenha o ambiente de aprendizagem positivo, cordial e hospitaleiro. Mante-nha a sala de aula bem organizada, com o ambiente alegre e atraente e não desar-rumada, o que é um convite para o mau comportamento. Use cartazes com cores alegres, com frases positivas que incenti-vem o entusiasmo e a vontade de apren-der a respeito de Deus, de Jesus e da Bí-blia.
• Um pouco de imaginação rende bons resultados. Torne o aprendizado diverti-do, interessante e relevante para a vida dos alunos. A falta de planejamento e o currículo inadequado podem provocar o mau comportamento. Tente pensar como a criança pensa e trabalhe com isso em mente.

• Faça, não apenas fale! Seja um bom modelo! Trate os alunos com o mesmo respeito que deseja ser tratado. Dê o bom exemplo. Seja paciente, mantenha o con-trole, seja organizado e entusiástico. Ne-cessitamos ser o modelo daquilo que de-sejamos que os alunos façam e de que se tornem. Fale e haja somente na forma que deseja que as crianças imitem.

• Mantenha o senso de humor! Ria dos
seus e dos erros delas.

.


RELAÇÃO CATIVANTE PARA AS
CRIANÇAS MAIS NOVAS

Levantamos a mão quando desejamos falar.
Trabalhamos em silêncio em nosso lugar.
Falamos com delicadeza e com bondade.
Mantemos nosso lugar limpo e em ordem.
Ajudamos uns aos outros, somos amigos e justos.
Fazemos revezamento e estamos dispostos a partilhar.

Fonte Desconhecida


RESUMINDO

Todas as crianças se comportam mal uma vez ou outra, testando os limites impostos em nossa sala de aula.

Dawn Marie Barhyte escreve de Warwick, Nova Iorque. Ela já trabalhou com crianças de todas as idades e escreveu extensivamente sobre o desenvolvimento da criança, da paternidade e das questões educacionais.


Extraído de
MINISTÉRIOS DA CRIANÇA
Divisão Sul-Americana da IASD
Janeiro - Março 2006

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O PROFESSOR - Evangelista de Criança

- Necessidade Básica - experiência clara de salvação e certeza da salvação.

- Características de um Bom Professor:

a. Dedicado e chamado por Deus.

b. Ama e compreende as crianças.

c. Tem visão da necessidade de ganhar as crianças para Cristo.

d. Tem senso de responsabilidade: não falta, é pontual.

e. Separa tempo para a preparação de sua aula.

f. Vive uma vida Cristocêntrica.

g. Dá bom exemplo em sua vida diária.

h. Depende da oração, do Espírito e da Palavra de Deus.

i. Não desanima facilmente.

j. Está pronto a ouvir as sugestões e idéias de outros.

l. Espera resultados na vida de seus alunos.


COMO LEVAR UMA CRIANÇA A CRISTO

Métodos:

Deve ser falado sobre o Plano de Salvação a toda criança que não recebeu a Jesus ainda. Mesmo depois da conversão a criança deve estar sempre ouvindo sobre o Plano de Salvação (de preferência que em todo estudo se introduza alguns deles, ou todos se for possível).

Mensagem do Plano de Salvação:

1- Deus é Criador, Santo, Justo e Amor. Jo 3:16

2- Jesus, o único e perfeito Filho de Deus. Rm 5:8

3- Todos somos pecadores. Rm 3:23

4- Jesus morreu em nosso lugar, derramando seu sangue por nós. 1Co 15:3

5- O Salvador ressurreto e exaltado.1Co 15:4

6- A salvação é um presente que precisa ser recebido. Rm 6:23

Pode ser mostrado como abaixo ou também como o Espírito Santo te tocar:

_ Há cinco degraus que nos conduzem à salvação. É necessário subí-los se quisermos

ser salvos:

1- Sou pecador.

2- Deus me ama.

3- Cristo morreu por mim.

4- Eu aceito Jesus como meu Salvador.

5- Tenho a vida eterna.

1- Sou pecador- Rom.3:23 "Todos pecaram e carecem da glória de Deus."

2- Deus me ama- Jo 3:16 "Deus amou tanto o mundo, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna“.

3- Cristo morreu por mim-1Co 15:3 "Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou..."

4-Eu aceito Jesus- Jo 1:12 "A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome."

5- Tenho a vida eterna- Jo 11:25 "Quem crê em mim, ainda que morra, viverá."


O CONVITE PARA A SALVAÇÃO

Chamado também de apelo, consiste em se dar oportunidade a criança de se apropriar do Presente da Salvação (ítem 5 acima). O Espírito Santo age na vida da criança, operando o novo nascimento. O convite para a criança receber o Salvador, seguido de uma ação visível, é o elo para se identificar àquela que está interessada e precisa de ajuda. Não deve ser algo que emocione, assuste, pressione ou persuada a criança.

O apelo possui algumas características que devem ser observadas:

- Deve ser claro, curto, pessoal, bíblico e positivo. Deve ser compreensível à criança e coerente com o fato da história e os demais pontos da Mensagem da Salvação.

- Deve ser num ambiente em que esteja tudo calmo e organizado, para que não haja interrupções.

- Deve haver uma manifestação visível por parte da criança, com gesto ou palavra.


LIÇÃO BÍBLICA

A Lição Bíblica é o conjunto de fatos bíblicos aplicados à vida do aluno, ensinamentos que motivem à mudança de comportamento.

Cada aluno tem uma necessidade específica e a lição bíblica deve oferecer ensinamentos espirituais que o atinjam individualmente. Por isso, o conteúdo da lição deve atingir os dois tipos de alunos que freqüentam a classe: os salvos e os não-salvos.


LEIS QUE REGEM O ENSINO

1- Lei do Desenvolvimento - é a ordem lógica no aprendizado, quando há tempo para tudo. Por ex: um bebê recebe leite, papinha e sucos, para depois chegar à comida sólida;

a criança precisa conhecer os números, aprender a somar para dominar depois a multiplicação. Assim também na vida cristã, é preciso aprender primeiro a Mensagem da Salvação, levando a criança a receber o Salvador, para depois dar-lhe a segurança e encaminhá-la no andar com Cristo.

2- Lei do Exercício -é aprender fazendo; colocar em prática o ensino, sempre que possível. Por ex: se na aula foi mencionado o ensino sobre a oração, planeje um tempo extra para as crianças se reunirem para orações específicas.

3- Lei do Efeito -é a satisfação em aprender; o ensino apresentado de forma agradável que proporciona prazer em repetí-lo. Por ex: se a lição proporcionou o desafio de falar de Cristo para um coleguinha e a criança ao fazê-lo foi ridicularizada, cabe ao professor evitar o desânimo, elogiando seu esforço e estimulando-a a tentar novamente.

A lição bíblica deve conter verdades que levem o aluno não salvo a conhecer o Salvador e orientem também o salvo, na vida cristã.


PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

Para uma boa preparação da lição devemos separar tempo para estudá-la e orarmos por nós mesmos. Orar para que o Espírito Santo nos torne sensíveis aos ensinamentos contidos na lição a ser estudada. E se for uma passagem já conhecida, que Ele a renove para nós. Lembre-se de que Ele é o Autor do Livro e conhece nossas necessidades bem como as de nossos alunos.

Devemos preparar toda a lição a ser apresentada, assim como materiais que utilizaremos.

Ex.: flanelógrafo, cartazes com cenários para a lição, cadernos ilustrados, etc.

Orar por você, pela lição em si e pelos seus alunos.

fonte: montesiao.pro.br

extraído de www.iem.org.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO


Lázaro, venha para fora!

Para saber mais leia:

João 11:1-44; O Desejado de Todas as Nações, 524, 536 e capítulo. 58

Você vai precisar de:
• Roupas dos tempos bíblicos (caso queira dramatizar);
• Primeiro aparece Lázaro com suas irmãs, quando ele estiver mal, as duas irmãs saem com ele. Quando Jesus mandar o túmulo se abrir Lázaro, todo enfaixado, entra em cena.
• Cópias de rostos alegres e tristes para todos os alunos. Cole cartolina na parte de trás antes de recortá-los. Logo, una e cole as partes posteriores dos rostos e coloque uma vareta ou palito no meio para que seja fácil de segurar. Se desejar que tenha maior duração, encape com papel contato (transparente). Ver folha em anexo.
Mensagem?
Jesus sempre está quando mais precisamos da Sua ajuda.

Recitar a poesia:

Em Betânia havia um lar
Jesus gostava de lá estar;
Marta, Maria e seu irmão,
Viviam sempre em união.
Marta gostava de cozinhar,
Maria gostava de conversar.
Lázaro um bom anfitrião,
Tinha a Jesus no coração.
Mas, um dia que horror!
A casa encheu-se de pavor.
Lázaro estava muito mal,
E sua doença foi fatal.
Já tinham mandado chamar Jesus,
Pra ver se Ele trazia luz.
Porém, Jesus se demorou.
E a morte então ali baixou.
Marta chorava sem parar.
As carpideiras fingiam chorar.
Maria, perdida em seu pranto.
E Jesus demorava tanto!
Até que enfim Jesus chegou!
E, vendo a descrença, até chorou.
Mandou o túmulo se abrir
E ao pobre Lázaro mandou vir.
Ninguém podia acreditar,
Até pararam de chorar!
Quem é este que falou?
E até um morto ressuscitou?
Se você for bem fiel,
Um dia vai morar no céu.
Mas, preste muita atenção:
O segredo é Jesus no coração

Peça para as crianças mostrarem o rosto alegre de Maria, se as seguintes afirmações forem verdadeiras, e o rosto triste, se forem falsas.

Exemplos:
• Lázaro estava sadio e feliz quando Maria e Marta mandaram chamar Jesus. (FALSO)
• Maria e Marta choraram quando Lázaro morreu. (VERDADEIRO)
• Jesus orou a Deus ao pedir que Lázaro despertasse da morte. (VERDA¬DEIRO)
• Maria e Marta ficaram muito tristes quando Lázaro voltou a viver. (FALSO)
Um dia Jesus despertará todas as pessoas que morreram. (VERDADEIRO)

Vamos orar agradecendo a Jesus porque Ele sempre está conosco.

Extraído de Histórias Bíblicas para Adoração Infantil
Departamento dos Ministérios da Criança da União Nordeste Brasileira da IASD

quinta-feira, 1 de julho de 2010

MAÇÃS ESTRAGADAS


“... Limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior se
torne limpo” (Mateus 23:26).

Textos adicionais: Provérbios 16:18; Colossenses 3:8, 9; Apocalipse
21:8; Efésios 4:29; Levíticos 19:17; I João 3:15.

Material Necessário

• 1 maçã vermelha

• 4 fios de barbante com 5 cm cada

• Faca afiada ou estilete

• Giz de cera preto

• Objeto com ponta fina (tesoura, faca, furador de fruta etc.)

Modo de Preparar

Pinte a ponta de cada fio com giz de cera preto e mergulhe-os
em água por alguns minutos.

Com a faca, lasque a casca da maçã de baixo para cima em quatro
pontos, cuidando para deixar um lado preso, sem soltá-lo totalmente
(essas lascas devem ser feitas como se fossem janelinhas no local
onde normalmente você colocará os seus dedos para segurar a
maçã durante a apresentação). Levante cada lasca da casca e, com
o auxílio de um objeto com ponta, faça buracos com 2,5 a 3 cm
de profundidade. Coloque um verme (bicho) de barbante em cada
buraco, deixado a cabeça preta suficientemente exposta para saltar
para fora facilmente. Volte a lasca da maçã para o seu lugar.

Os cortes devem estar totalmente ocultos por seus dedos enquanto a
maçã for mostrada às crianças. A maçã deve ser usada imediatamente
depois que foi preparada, visto que os buracos logo ficarão evidentes
se ficarem escuros.

Mensagem

Reafirme a beleza da maçã e lembre às crianças como é gostoso
comer uma maçã quando estamos com fome. Porém, algumas vezes
a aparência exterior é enganosa.

Esta maçã está linda por fora e parece estar deliciosa, mas vamos
olhar mais de perto... (encontre uma das lascas, mantenha as demais
ocultas sob seus dedos e volte a lasca no lugar).

Sim, este é um lugar que não poderíamos ver. Vejam agora!

(Comece a puxar o “bicho” para fora. Puxe cerca de três quartos
dele e, se conseguir, dobre-o. Deixe-o nessa posição até que tenha
falado a seu respeito; depois, remova-o totalmente.)

Algumas pessoas se parecem com este verme. Parecem ser boas
e piedosas porque vêm à igreja normalmente e têm a aparência de
serem muito cristãs, porém, interiormente, onde Deus vê, há certos
pecados que arruínam sua boa imagem (repita o procedimento com
cada “verme”, nomeando um a um pelos pecados relacionados
abaixo e fazendo aplicações adequadas).

Vermes (ou bichos)

(Use as referências bíblicas como base para os seus comentários.)

1. Orgulho - Provérbios 16:18.

2. Mentiras - Colossenses 3:9; Apocalipse 21:8.

3. Palavras impróprias, indecentes - Colossenses 3:8; Efésios 4:29.

4. Ódio - Levíticos 19:17; I João 3:15.

REFLEXÃO

É muito comum uma maçã saudável apodrecer após algum tempo fora
do pé, mas é impossível uma maçã podre voltar a ser boa. E é exatamente
isso o que acontece com o poder de Deus em nossa vida.

Esse é o único poder que transforma algo estragado pelo pecado em
algo totalmente puro, saudável e bom. Quantos aqui gostariam de pedir
a Jesus que os ajude a serem bons para o papai, para a mamãe e seus
coleguinhas? Quero ver as mãos!

Extraído de
Histórias Objetivas para Evangelismo

Bettie Stubbs

Marvin Hunt

Departamento dos Ministérios da Criança da Divisão Sul-Americana

SUGESTÕES PARA UMA BOA APRESENTAÇÃO




• Ore solicitando a presença de Deus.

• Escolha com antecedência uma mensagem adequada.

• Selecione e prepare todos os materiais a serem utilizados.

• Permita que os objetivos sejam bem definidos e compreendidos
por todos.

• Inicie a sua apresentação chamando a atenção de todos, através
de um texto de abertura.

• Conheça e explore bem cada faixa etária.

• Caso haja palavras novas, treine a pronúncia delas, com antecedência.

• Dê oportunidade para a participação do grupo (o envolvimento
pessoal do seu público significa maior êxito).

• Memorize as frases e afirmações-chave para que possam ser usadas
no devido momento e alcancem seus objetivos.

• Decore o verso bíblico e faça planos para ajudar o grupo a
memorizá-lo também.

Histórias Objetivas para Evangelismo

Bettie Stubbs

Marvin Hunt


Departamento dos Ministérios da Criança

da Divisão Sul-Americana

quarta-feira, 31 de março de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

SELINHO

Ganhei este selinho da Nelita!
Faça uma visita:
www.docemagiaemensinar.blogspot.com




Quero dar este selinho para a minha amiga blogueira Thamires Mattos, que administra o blog:
www.desbravadoresfloresta.blogspot.com

terça-feira, 23 de março de 2010

Cuidado ao relacionar-se com os filhos

Quando o relacionamento pai-filho se excede em proporcionar afeto e proteção, com pais superpossessivos, superprotetores e superpermissivos, podemos afirmar que esses pais são tiranos e que, normalmente, cobram de uma maneira avarenta o amor e a proteção que dão.
As características desse tipo de relacionamento pai-filho são:

• contato e mimo excessivo, tentativa de infantilizar o indivíduo (manter a pessoa numa eterna infância);
• críticas constantes, mantendo assim a insegurança e sua dependência;
• exigência de obediência cega, total e irrestrita (não faça nada sozinho; sempre pergunte primeiro ao seu pai ou à sua mãe); essa é uma forma de anular a iniciativa da criança;
• favoritismo pelo filho que for mais obediente, passivo ou submisso;
• invasão do espaço da pessoa pela dominação constante e sufocante ( o indivíduo não tem seu próprio espaço);
• anulação do processo de tentativa e erro, pois não existe a confiança na pessoa. Não é permitido ao indivíduo experimentar, pela simples convicção de que a pessoa não será capaz de conseguir.

SANTOS, Augusto César Maia. Relacionamento familiar, Tatuí, Casa Publicadora Brasileira, primeira edição, 2002, páginas 119, 120

segunda-feira, 15 de março de 2010

TEMPO DE ESPERANÇA