sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Lições de uma reunião

Satanás convocou uma Convenção Mundial de demônios. Em seu discurso de abertura, ele disse:

"Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja."

"Não podemos impedi-los de lerem as suas Bíblias e conhecerem a Verdade."

"Nem mesmo podemos impedi-los de formarem um relacionamento íntimo com o seu Salvador."

"E, uma vez que eles ganham esse Elo com Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado."

"Então, vamos deixá-los ir para as suas igrejas e capelas; vamos deixá-los com os almoços, jantares e festividades que nelas organizam, vamos deixá-los ir para os seus encontros e reuniões espirituais. MAS, vamos roubar-lhes o tempo que têm, de maneira a que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento com Jesus Cristo. Temos que quebrar esse Elo."

"O que quero que vocês façam é o seguinte.", disse Satanás.

"Distraia-os ao ponto de que não consigam aproximar-se do seu Salvador, para manterem essa conexão vital durante o dia todo!"

"Como vamos fazer isto?" gritaram os seus demônios."Mantenha-os ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes." respondeu-lhes ele.

"Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado, tomar emprestado. Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 a 7 dias por semana, durante 10 a 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."

"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos, talvez até se esqueçam dos filhos."

"Façam que os filhos também se esqueçam de seus pais e avós."

"À medida em que suas famílias se forem fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho. É necessário que haja sempre conflitos e descontentamentos em cada lar."

"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos."

"Induzam todos a ligarem o rádio sempre que estiverem dirigindo. Que a TV, o Vídeo, os CDs e os Computadores estejam sempre ligados, (uns ou outros...) constantemente em seus lares, e providenciem que todas as lojas e todos os restaurantes do mundo toquem constantemente música que não seja religiosa ou bíblica."

"Bombardeiem as suas mentes com notícias, 24 horas por dia. Com filmes violentos e pornográficos. Com novelas dramáticas que também contenham cenas de conflitos familiares, violência urbana, rebeldia de jovens e muito erotismo".

"Isto entupirá as suas mentes e quebrará aquela união com Cristo."

"Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais com diversos assuntos mundanos."

"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos e propagandas."

"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, ofertas de produtos gratuitos, serviços e falsas esperanças. Ah, e muitas cobranças..."

"Mantenham lindas e esbeltas modelos nas revistas e na TV, para que seus maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão insatisfeitos com suas próprias esposas."

"Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos à noite, e dê-lhes fadiga e dores de cabeça também."

"Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começam a procurá-lo em outro lugar, e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias rapidamente."

"Dê-lhes Papai Noel, para distraí-los da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal. Desviem seus pensamentos da lembrança do nascimento de Jesus Cristo."

"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre o sacrifício, morte e a ressurreição de Jesus. Nem do Seu poder sobre o pecado e a Sua vitória sobre a morte. Não falhem em especial nesta missão. Lembrem-se na Páscoa quero ver muitos coelhos por toda a parte."

"Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem estejam exaustos!"

"Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em ir andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro, concertos e ao cinema. Mantenha-os ocupados, ocupados, ocupados!

"E,quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos, intrigas, discussões e conversas sem importância, para que, ao saírem, façam-no com as consciências pesadas."

"Encham as vidas de todos eles com tantas causas nobres que eles considerem importantes a serem defendidas, que não tenham nenhum tempo para buscarem a causa mais nobre e essencial de todas que é a salvação das almas para Deus."

"Muito em breve, eles estarão buscando soluções para seus problemas, e para as causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa. Darão mais valor para as coisas do mundo do que para as coisas de Deus."

"Dessa forma eles hão de esquecer pouco a pouco as tradições cristãs, e será mais fácil de romper o Elo com Seu Salvador."

"Isto vai funcionar !! Vai funcionar !!"

Este era um "magnífico" plano !!

Os demônios ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados, e mais apressados, indo daqui para ali, e vice-versa. Tendo muito pouco tempo para Deus e para suas famílias. Substituindo cada vez mais o Natal e a Páscoa Cristã por fábulas do bom velhinho e do coelhinho.

Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre o poder de Jesus para transformar vidas e muito menos falar da salvação das almas.

Creio que a pergunta é: teve o diabo sucesso nas suas maquinações?

Extraído de www.apocaliptico.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

DIÁRIO DE UMA BÍBLIA

15/1 – Descansei a semana toda. No início do ano meu dono lia-me diariamente, mas agora acho que esqueceu.
2/2 – Arrumação na casa. Fui espanada e posta no lugar de costume.
8/3 – Meu dono teve dificuldade de achar algumas referências enquanto preparava o culto que teria de dirigir.
20/4 – A vovó veio de visita. Passei a tarde sendo útil a ela.
17/5 – Puseram algumas flores entre minhas folhas.
1/6 – Que calor! Duas revistas e um par de luvas sobre mim.
10/7 – Fui posta numa mala com roupas. Vamos viajar.
28/7 – Ainda na mala, mas o resto já foi posto em outros lugares.
5/8 – Em casa de novo! Por que viajei?
13/9 – Arrumação. Outra vez espanada e posta em meu lugar.
24/10 – Fui à igreja e ouvi coisas lindas sobre mim. Em casa voltei ao lugar de costume.
11/11 – O pastor veio nos visitar. Usou-me por alguns momentos.
21/12 – A casa está toda enfeitada para o Natal! Continuo no mesmo lugar de sempre.

Autor desconhecido

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Dez estilos de sermões para crianças

Uma vez que alguém já ouviu as palavras de Jesus “Deixai vir a mim os pequeninos” e já viu os rostos das crianças e a resposta da congregação durante uma mensagem para as crianças, o valor da pregação para os pequeninos é óbvio.
Ainda assim, a pregação para as crianças é uma matéria negligenciada nos seminários. Sentimos, por instinto, que a arte de falar com as crianças é diferente da pregação para os adultos. Temos razão, mas ficamos perdidos depois desta conclusão. Quero oferecer algumas sugestões práticas.
Todos sabem que as crianças aprendem de maneiras diferentes dos adultos. Um dia no pré-escolar é diferente de um dia na faculdade. Quando falamos com as crianças é necessário usar os tipos de técnicas de ensino que aproveitam seu estilo de aprendizagem. Por exemplo, as crianças têm a tendência de pensar mais
concretamente que os adultos, e por isso muitos tentam pregar para elas usando objetos (apesar do fato de que muitas mensagens assim são abstratas demais para as crianças).
Eu creio, infelizmente, que a maior parte das mensagens para as crianças está viciada no uso de lições com objetos. Nós, que pregamos para os adultos, sabemos que há uma variedade de estilos de pregação para adultos: tópicos, exposição, três pontos, doutrinas, histórias, monólogos, etc. Nós variamos e misturamos nossa apresentação para manter o interesse. Este mesmo princípio se aplica aos sermões para as crianças, apenas usando outros métodos de acordo com o estilo de aprendizagem das crianças. Segue uma descrição de dez estilos de sermões para as crianças que podemos usar.

1) Lição com objetos: Não é o único estilo, mas é um estilo. É quando usamos um
objeto comum para ensinar um princípio espiritual. Jesus usou este método. Ele falou sobre cobras, flores, passarinhos etc. Relacionado a este método está o uso de uma atividade para ilustrar um ponto (por exemplo, ensinar a confiar em alguém através da atividade de andar de olhos vendados).

2) História da Bíblia: É possível tentar ser tão criativo que esquecemos o fato de que a própria Bíblia tem muitas histórias interessantes sobre a nossa fé, e que as crianças precisam e gostam de ouvir estas histórias. De vez em quando, eu levo várias gravuras e deixo uma criança escolher a história que será contada.

3) Fantoches: Experimente! É fácil usar fantoches caseiros, aproveitando os jovens e/ou adolescentes para ajudar na manipulação deles. Você mesmo pode criar as peças, ou pedir aos jovens para fazerem a peça. Duas pessoas segurando um lençol formam um teatrinho.

4) Flanelógrafo: Pode comprar figuras para flanelógrafo já prontas, ou colar lixa ou
feltro ou papel camurça no verso de qualquer figura. Você pode contar uma história, ilustrar uma mensagem, explicar um conceito. Quase qualquer assunto pode ser ensinado com o flanelógrafo.

5) Música: As crianças gostam de cantar, e os adultos gostam de ouvir. Use uma
seleção de cânticos ou hinos, para ensinar um conceito ou ilustrar uma idéia.

6) Explicação dos símbolos da igreja: A igreja está cheia de símbolos que as crianças não entendem. Leve as crianças até o batistério e explique como ele é usado. Mostre a mesa para a ceia e dê uma explicação do seu uso. Aproveite os símbolos e objetos que estão no santuário.

7) Drama: As crianças podem participar da mensagem, enquanto você narra. Uma vez contamos a história de Jesus acalmando a tempestade. Escolhi várias crianças para serem os discípulos. Uma outra era Jesus. Enquanto eu descrevi o que estava acontecendo, as crianças dramatizaram as ações. Os resultados são imprevisíveis, mas também inesquecíveis.

8) Atividades/diálogos: Nestas mensagens, as crianças são incentivadas a pensar e a responder. Jesus usou este método. Lembra quando ele contou a história do Bom Samaritano? Depois ele perguntou: “Quem era o próximo?”

9) Trilha sonora: Estas mensagens são divertidas, mas barulhentas. Você conta a história, e as crianças, ou vários grupos, fazem o som apropriado para acompanhar a narração da história.

10) Celebrações especiais: Este tipo envolve as crianças nos dias especiais na vida da igreja. Por exemplo, para o dia de Pentecostes,

Extraído de www.tiapri.com

terça-feira, 7 de julho de 2009

OS MAXIMIZADORES DA APRENDIZAGEM

A) Amar profunda e continuamente seus alunos haverá de maximizar a marca que você imprimirá na vida deles.
Aparentemente, na maioria das escolas e igrejas, "amar os alunos" saiu de moda. A admoestação bíblica para amarmos foi, de alguma forma, tão diluída, que poucos de nós conseguimos compreender a verdadeira profundidade de nosso chamado.
"O amor cobre uma multidão de pecados."

Os três grandes "amores" de um professor:
1- O amor pelo conteúdo.
Ficam tão entusiasmados e motivados com a matéria, que perdem de vista a classe.

2- O amor pela comunicação.
Ficam tão ligados com a idéia de falarem a um auditório, que perdem de vista os ouvintes.

3- O amor pelo estilo de vida de professor.
Eles não visualizam o ensino como um chamado, mas sim como uma fonte de recursos. Ensinam simplesmente, e toleram os alunos para poderem estar livres para as férias.

B) Comunique o conteúdo, tendo em mente as necessidades e o interesse dos alunos, exatamente aquilo que eles precisam ouvir no momento.
Precisamos ter uma mão no pulso do ouvinte e outra na Bíblia. Se não o fizermos, nossas lições bíblicas serão tão irrelevantes quanto uma capa de chuva no deserto do Saara.

C) Altere seu estilo com regularidade, de acordo com cada situação.
O tédio não tem muito a ver com o que você diz, mas com a maneira como o faz.

D) Use seu talentos e dons; seja você mesmo.
Você já ouviu algum orador e desejou saber falar como ele? A maioria de nós já se viu na situação de desejar poder ensinar ou pregar como outra pessoa, como se o poder do púlpito adviesse da imitação.
Acabamos por concluir, erroneamente, que se tivéssemos o dom daquela outra pessoa, nosso ensino seria mais poderoso. Isso é uma atitude perigosa e até antibíblica.
Temos a tendência, que parece universal, de invejar os dons de outros e desvalorizar os nossos.
Ao anelar os dons de outra pessoa, estamos levando em conta apenas o lado humano do ministério. Se queremos o melhor de Deus em nossa vida, precisamos reconhecer que o melhor dele para nós inclui tanto os nossos pontos fortes quanto os fracos.

E) Para ser um ótimo professor ou pregador, utilize bem seus pontos fortes, procurando fazer com que eles compensem os fracos.
Um dos segredos dos atletas campeões é que eles procuram tirar o máximo de seus pontos fortes. Em contraste, aqueles que jamais atingem o máximo de seu potencial tem uma perspectiva diferente. Em lugar de concentrarem em suas habilidades, buscam o fortalecimento de suas áreas fracas.
Muitas pessoas estão investindo uma vida inteira na tentativa de serem "completas" em todas as áreas, em lugar de serem excelentes nas áreas específicas de seus pontos fortes.
Uma coisa que todos grandes homens e mulheres têm em comum é a filosofia de concentrarem suas energias no objetivo de se sobressaírem em poucas áreas, mas todas muito bem escolhidas.
Não procure fazer tudo igualmente bem.
Faça menos coisas da melhor maneira possível. Ajuste o foco.
Melhore suas áreas fracas, até conseguir que não sejam irritantes.
É preciso ir melhorando as "notas vermelhas" pelo menos até que cheguem à média.
Use seus pontos fortes para compensar os fracos.

F) Conte com o Espírito Santo.

Há três níveis de ensino, e todos nós lecionamos num deles:

1- Nível egoísta. O professor faz aquilo que lhe vem a mente, não assume a responsabilidade de levar os alunos a aprenderem, ele se contenta em cumprir o plano de aulas.

2- Nível de servo. O professor serve os alunos de todo coração, supre suas necessidades e leva-os a aprender.

3- Nível do Espírito. O professor serve os alunos completamente, mas
também coopera com o Espírito no plano das aulas, na ministração delas e no seu relacionamento com eles.

REFLITA : Você estaria disposto a assumir o compromisso de "levar seus alunos a aprender"? Está disposto a pôr-se de pé e a servir o Senhor através do poder do Espírito?
Se o fizer, jamais se contentará apenas em "cumprir a agenda de aulas."

Pr. Wladimir G. Souza

Extraído de http://www.advir.com.br/sermoes/

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Quero Ensinar Meus Filhos

"E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai_os na disciplina e na admoestação do Senhor" (Efésios 6:4).

Segundo as instruções desse versículo, há algumas coisas que quero ensinar para meus filhos.
- Quero ensinar meus filhos a mostrar reverência e respeito nas reuniões de louvor da igreja. Quando nos reunimos para adorar, estamos na presença de Deus para louvar a ele. Cornélio entendeu esse fato quando ele disse: "Agora, pois, estamos todos aqui, na presença de Deus, prontos para ouvir tudo o que te foi ordenado da parte do Senhor" (Atos 10:33). Muitas pessoas, sem dúvida, não têm refletido muito sobre esse assunto. Mulheres conversam, umas com as outras, no berçário. Jovens riem e falam durante o culto. Crianças vão ao banheiro, muitas vezes desnecessariamente. Homens e mulheres saudáveis, que podem mostrar todo vigor e interesse em outros eventos (esportivos, escolares ou sociais) chegam desanimados às reuniões, sentam-se no banco desinteressados, e dormem durante a pregação. Certamente essas pessoas não reconhecem que estamos presentes diante de Deus para adorá-lo. Quero ensinar meus filhos a reverenciar a Deus; que devem se sentar e ficar quietos durante o período de louvor; que devem baixar suas cabeças durante as orações; que devem participar dos cânticos; que não devem bagunçar, fazer barulho ou distrair outros durante o louvor.

- Quero ensinar meus filhos a buscar em primeiro lugar o reino de Deus. Jesus disse: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas (necessidades materiais--BH) vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33). Quero que meus filhos entendam que o amadurecimento deles como cristãos fiéis é mais importante para mim do que qualquer outra coisa que possam fazer. Se eles forem craques em esportes, se tirarem as melhores notas na escola, se receberem diplomas de pós-graduação, se ganharem disputas de beleza, se viverem em luxúria todos os dias, mas não forem cristãos fiéis e conseqüentemente forem para o inferno após a morte, eu terei fracassado como pai.
Se meu filho quiser participar de esportes organizados, teremos que falar com o treinador antes de assumir qualquer compromisso, para explicar ao treinador que em qualquer conflito entre as atividades espirituais e as atividades esportivas, as atividades espirituais do meu filho têm que ser priorizadas. Depois, temos que ficar firmes nesse entendimento, apesar da pressão para ceder. O mesmo princípio tem que ser aplicado em atividades escolares e atividades sociais. Mais ainda, eu espero conduzir meus filhos a tomar tais decisões sozinhos. Muitos jovens se escondem atrás dos pais com uma resposta fácil: "A minha mãe não deixa...", ao invés de ficarem firmes nas suas próprias convicções, defendendo ousadamente o Senhor. Meu alvo não é de forçar os filhos a buscar o reino em primeiro lugar, mas o de convencê-los a querer buscar o reino em primeiro lugar para que possam agradar a Deus.

- Quero ensinar meus filhos a respeitar autoridade: autoridade dos pais (Efésios 6:1), autoridade do governo (Mateus 22:21) e, acima de tudo, autoridade divina (Atos 5:29). Sentimos pena da criança que não é ensinada a respeitar autoridade quando ainda está pequena. Ela se torna problema na aulinha bíblica, na escola e na comunidade. Mais tarde, ela se torna problema no serviço; arruma problemas com a polícia; e, finalmente, fica perdida eternamente, porque não respeitava a autoridade de Deus.
Há muitas outras coisas que eu quero ensinar aos meus filhos. O espaço limitado não permite a discussão de força de caráter, honestidade, justiça, comportamento bem-educado, etc. Quero ensinar todas essas coisas, também, aos meus filhos.
Que ninguém pense que este artigo é para me gabar das coisas que eu vou fazer; é uma declaração de alvos. Ninguém é mais ciente do que eu da possibilidade de fracassar. Mas eu e a minha esposa oramos freqüentemente, pedindo a ajuda de Deus para que possamos criar bem os nossos filhos. Pedimos que ele não deixe que nossos erros levem a conseqüências graves. No entanto, tentamos dar um bom exemplo aos nossos filhos; lhes ensinamos pela palavra falada, sempre procurando seguir as instruções que Deus deu a Israel: "Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar_te, e ao levantar_te" (Deuteronômio 6:6-7). Procuramos sempre fazer isso. E se, um dia, tivermos a felicidade de ver nossos filhos crescidos e fiéis ao Senhor, saberemos que será pela graça de Deus, e daremos glória a ele.

-por Bill Hall

Extraído de http://www.estudosdabiblia.net/2000214.htm

terça-feira, 16 de junho de 2009

COMO SER O MELHOR PROFESSOR DE ESCOLA BÍBLICA

PASSO A PASSO

Para ser Professor

1. O professor precisa conhecer o que vai ensinar.
2. O professor precisa ter experiência com Deus. Ninguém pode ensinar o que não sabe.
3. O professor precisa ser autêntico. A palavra "autêntico" deriva da palavra authós (automática, sem ajuda externa, autêntico, com autoridade).
4. O professor precisa respeitar os alunos. E, se você respeita seus alunos você vai se preparar para dar aula.
5. O professor deve ser empático. No dicionário Aurélio, empatia é a tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação do outro.
6. Cheio do Espírito Santo
Se você é cheio do Espírito Santo, você é autêntico porque o Espírito Santo lhe dá a autoridade.
Você é respeitador porque ama seus alunos como Jesus os ama.
É empático porque não pensa mais só em você. Pelo contrário, você obedece a Palavra de Deus e torna-se servo, servindo aos outros, como Cristo.

Para ser um bom Professor

1. Estudar para preparar a lição.
2. Estudar a lição até que ela seja clara e familiar.
3. Estabelecer uma ordem clara e objetiva para a lição.
4. Refletir sobre a relação existente entre a lição e os alunos.
5. Utilizar recursos necessários e apropriados para ajudar a comunicar a verdade da lição.
6. Reservar tempo para estudar e orar.
7. Ter um plano de aula.

Para ser um professor eficiente

Para ser um professor eficiente, não basta dominar o conteúdo a ser ministrado. É necessário, também, conhecer os alunos.
Para ser um professor eficiente, é necessário fazer com que os alunos descubram verdades através do testemunho próprio.
Para ser um professor eficiente, é necessário motivar os alunos a pensar, a aprender, a aprender a aprender e a trabalhar.

Para ser o melhor professor

Os melhores professores não são, necessariamente, os que estão à frente de tudo. Não são os que possuem uma inteligência privilegiada.
Os melhores professores são aqueles que possuem um grande coração.
Os melhores professores são aqueles que, ao ensinarem, fazem-no com todo o seu ser, e atingem o ser daqueles que ouvem.

Extraído de www.portalgospel.com.br

sábado, 6 de junho de 2009

PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA

1) Os líderes tocam o coração antes de pedir ajuda:
Você não pode estimular as pessoas à ação a menos que primeiro as estimule com a emoção. O coração em primeiro lugar, depois e cabeça. Quanto mais fortes a relação e a ligação entre as pessoas, maior será a probabilidade do consenso e da união. Mesmo num grupo você precisa se relacionar com cada pessoa individualmente. As pessoas não se preocupam com o quanto você sabe até que saibam o quanto você se preocupa com elas. Para liderar a si mesmo use a cabeça; para liderar os outros, use o coração.

2) O potencial de um líder é determinado pelas pessoas mais próximas dele:
Se as pessoas são fortes, o líder pode realizar grandes coisas. Se são fracas, nada feito. Essa é a lei do círculo íntimo. Quando você forma a equipe certa, o potencial dispara. Não existem líderes do tipo "Aventureiro Solitário". Se você está só, não está liderando ninguém. O líder encontra grandeza no grupo, e ajuda os membros a encontrá-la em si mesmos. Pense em qualquer líder altamente eficaz, e achará alguém que se cercou de um forte círculo íntimo.

3) Não existe sucesso do dia para a noite. Liderança é aprendizado:
É a sua capacidade de desenvolver e lapidar as suas habilidades que distingue os líderes dos seus seguidores. O segredo do nosso sucesso está nos compromissos diários. Líderes são aprendizes. Liderança é como investimento; rende juros, mas exige: respeito, experiência, força emocional, habilidade com pessoas, disciplina, visão, ímpeto e senso de oportunidade.

4) A verdadeira medida da Liderança é a influência - nada mais, nada menos:
A emergência de um Líder - "Você alcançou excelência como Líder quando as pessoas o seguem aonde você for, mesmo que por mera curiosidade." A verdadeira liderança não pode ser concedida, nomeada ou atribuída.

5) Qualquer um pode pilotar o barco, mas só um Líder sabe traçar o percurso:
As pessoas precisam de líderes capazes de navegar eficientemente. Os navegadores vislumbram a viagem com antecedência. "O líder é aquele que vê mais do que os outros, que vê mais longe do que os outros, que vê antes dos outros". Leroy Eims

6) Quando o verdadeiro líder fala, as pessoas ouvem:
Os olhos revelam (em uma reunião):
1. Quando alguém faz uma pergunta, para quem olham as pessoas?
2. Quem elas esperam ouvir?
O verdadeiro teste de liderança não é o ponto de partida, mas o ponto de chegada.
Sete aspectos fundamentais na vida dos líderes que os fazem se destacar:
Caráter, Relações, Conhecimento, Intuição, Experiência, Êxitos passados e Capacidade.

7) Só líderes seguros delegam poder aos outros:
Existem líderes que tem o hábito horrível de se livrar dos líderes fortes. O melhor líder é aquele que tem percepção suficiente para escolher homens competentes que façam o que ele quer que se faça, e autodomínio suficiente para não se intrometer no trabalho deles. O modelo de liderança de delegação do poder, no qual todas as pessoas recebem funções de liderança, se opõe ao poder da posição. A capacidade que as pessoas tem de realizar é determinada pela capacidade que tem o seu líder de delegar poder. O líder sabe exaltar os pontos positivos de seus liderados, bem como identificar os pontos críticos e lidar com eles, advertindo, aconselhando e discutindo as soluções.

8) Credibilidade: A intuição aponta caminhos que não são tão óbvios nem tão facilmente explicáveis. Experiência não garante credibilidade, mas encoraja as pessoas a lhe dar uma chance de provar que você é capaz. A atuação das duas é ponto forte para a credibilidade do líder.

CURSO DE LIDERANÇAS PARA A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Autor: Júlio César Zanluca
Apostila extraída da Internet

A pesca maravilhosa

domingo, 31 de maio de 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Gincana bíblica


22/05/1992
Por João Cruz

1. Perguntas.
As perguntas serão feitas individualmente, valendo __ pontos. Se o indivíduo
não souber responder passará então para o grupo valendo a metade do inicio.
Se o grupo não souber responder passará para outro grupo valendo a metade
do valor anterior. Se este último grupo não souber responder este será o fim
desta pergunta cabendo ao dirigente da Gincana responder.
Cada grupo é que vai escolher a modalidade que quer participar e o número da
pergunta que deseja responder.

2. Mímicas.
As mímicas serão escolhidas pelo grupo ou pelo mímico. A mímica deverá ser
feita em __ minuto (s), fica expressamente proibido que o mímico use objetos
ou aponte para alguma coisa querendo assim dar o caminho da resposta; o
único recurso que ele pode usar é o corpo, também é proibido falar qualquer
pa~avra. Usando de qualquer artifício o grupo pode ser desclassificado ou
perder pontos.

3. Desenhos.
Os desenhos também serão escolhidos pelo grupo ou pelo desenhista. O
desenho deverá ser feito em tempo designado pelo dirigente da Gincana. É
proibido falar, usar objetos ou fazer mímicas. As únicas sinalizações que são
permitidas são para indicar o sim e o não das tentativas da resposta. O grupo
adversário não pode atrapalhar podendo vir a perder pontos.

4. Caça ao Tesouro - Charadas.
A cada grupo vai ser dado uma charada. No momento da caça ao tesouro os
grupos irão abrir o envelope e ler a charada tentando decifrá-la, até achar a
segunda pista. Se o grupo não conseguir achar a segunda pista ou mesmo não
conseguir decifrar a charada deve pagar uma prenda designado pelos
participantes. Quando o grupo achar a 2ª pista não pode ler, deve levar ao
dirigente da Gincana.

5. Acerte,a Descrição.
Vai ser dado algumas descrições ao grupo e este vai tentar identificar o
personagem, se o grupo não acertar passa a outro grupo valendo a metade do
valor inicial.

6. Ache o Versículo.
O diretor da Gincana vai começar ler um trecho Bíblico para os grupos e eles
devem tentar encontrar onde está sendo lido. O dirigente pode dar uma pista
se necessário. Todos os grupos participarão.

7. Ping - Perguntas.
Nesta modalidade cada grupo tem a oportunidade de fazer urna pergunta difícil
ao grupo oponente. O grupo que faz a pergunta vai ficar com os pontos se o
grupo adversário não souber responder. Se o grupo adversário souber
responder tem a chance de fazer urna pergunta difícil ao outro. Terá a chance
de fazer a pergunta mesmo que erre a resposta.

8. Desenho em Conjunto.
Os desenhos serão d linhas retas. O grupo deve olhar para o desenho e cada
integrante do grupo vai ter um tempo determinado para desenhar a sua parte.
O desenho mais completo é que ganha.

9. Leilão de Perguntas.
Esta é a oportunidade do grupo de apostar os pontos que tem tentando
aumentá-los. A aposta terá um mínimo e um máximo. O grupo terá um tempo
determinado para decidir quanto vai apostar, o grupo terá a chance de escolher
a pergunta indicando um número. Se o grupo acertar a resposta ganha o
quanto apostou se errar perde tudo quanto apostou.

10.A Animação do grupo.
A animação de cada grupo vai ser avaliada valendo pontos para a contagem
final.

Perguntas
1. Qual o nome certo do livro de Atos? R: Atos dos Apóstolos.
2. Quem falou: "Não possuo nem prata nem ouro"? R: Pedro. (Atos 3:6)
3. O que Pedro disse quando Cornélio se prostrou aos pés e o adorou? R:
Ergue-te, que também sou homem. (Atos 10:26)
4. Por quantos dias Saulo ficou em jejum enquanto estava em Damasco?
R: Três dias (Atos 9:9)
5. Qual. foi o tipo de árvore que Zaqueu subiu para ver Jesus? R: Sicômoro
(Lucas .19:4)
6. Segundo Isaías 59:2 o que separa o homem de Deus? R: O pecado
7. Por quanto tempo Paulo ficou cego? R: Por três dias. ( Atos 9: 9)
8. Qual foi o sinal que veio depois que um discípulo negou Jesus? R: O galo
cantou. (João 18: 27)
9. Em qual cidade Jesus morou quando era menino? ~ R: Nazaré (Mateus
2:23)
10. Quando Tabita morreu os amigos buscaram a quem? R: Pedro. (Atos
9:36-38)
11. Quantas filhas de Ló quantas saíram de Sodoma? R: Duas. (Gênesis 19:
14-16)
Quantas pessoas entraram na arca? R: Oito. (Gênesis 7:7)
13. Quem foi o primeiro diácono que morreu porque foi fiel a Cristo? R:
Estevão. (Atos 7:59-60)
14. Qual foi o poder que Simão, o mágico queria comprar de Pedro e João?
R:O poder para ele dar a outros o Espirito Santo por imposição de mãos. (Atos
8:19)
15. Em Atos 1:19 fala sobre a palavra "Aceldama", o que significa esta
palavra? R: Campo de Sangue. V
16. Quais são os nomes de 4 dos sete diáconos escolhidos em Atos 6:5 R:
Estevão, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau.
Com que sinal Jesus foi traído? R:Com um beijo. (Marcos 14:44,45)
18. O que Jonas mandou fazer para que o mar se aquietasse? R: Lança-lo ao
mar. (Jonas 1:12)
19. Qual cidade Jesus nasceu? R: Belém. (Mateus 2: 1)
20. Como são chamadas as histórias que Jesus usou para ensinar os
discípulos? R: Parábolas. (Marcos 4:2)
21. Quantos livros tem o Antigo Testamento? li: 39 livros.
22. Quantos dias Deus~ levou para criar todas as coisas? R: Seis dias (Genesis
1:3-31)
23. Em quais línguas foi escrito o título na cruz de Jesus? R: Hebraico, latim e
grego. (João 19:20)
24. Quantos anos tinha Jesus quando foi batizado? R: Mais ou menos trinta
anos. (Lucas 3:23)
25. Quantas pessoas Jesus batizou? R: Nenhuma (João 4.2)
26. Qual foi o primeiro discípulo que acompanhou a Jesus? R: André (João
1.35-42)
27. Quem foi conhecido como o discípulo a quem Jesus amava? . li: João (João
19.26)
28. Qual é o significado da palavra 'Rabi'? R: Mestre (João 1.38)
29. Quais dos discípulos que queriam assentar-se um a direita e outro a
esquerda de Jesus na sua gloria? R: Tiago e João (Mateus 10.35-37)

Mímicas e Desenhos
Mímicas:
1. Paulo no caminho de Damasco
2. Apedrejamento de Estevão.
3. A mulher Samaritana.
4. Pilatos.
5. Os 10 mandamentos.
6. A rocha que saiu água.
7. O bom samaritano.
8. Pedro nega a Jesus.
9. Pedro afunda nas águas.
10. Judas beijando Jesus.

DESENHOS:
1. Enforcamento de Judas.
2. Descida do E.S.
3. Travessia do Mar Vermelho.
4. Zaqueu.
5. 0 Batismo de Jesus.
6. Pedro corta a orelha de Malco.
7. Davi e Golias
8. Satanás, Diabo.
9. Um anjo
10. A Arca.

PERGUNTAS PARA O LEILÃO.
1. Qual o homem que orou a sol se deteve e a lua parou? li: Josué (Josué
10.12-13)
2. Qual foi o motivo que o rei deu para querer saber onde Jesus estava ao
nascer? B: Para ir adorá-lo (Mt 2.8)
3. Quantas vezes Jesus perguntou a Pedro "Tu me amas"? R: 3 vezes. (João
21.17)
4. No livro de Apocalipse, o que foi ordenado que João comesse? R: Um livro.
(Ap 10.8-9)
5. Qual o nome da fonte onde Jesus conversou com a mulher Samaritana? R:
Fonte de Jacó (Jo 4.6-7)
6. Quando Jesus chegou a Jerusalém um dia ele foi ao templo onde ele expulsou
alguns vendedores, que animais estavam sendo vendidos no templo? R: Bois,
ovelhas e pombas (Jo 2.14)
7. Quando Jesus foi batizado o que desceu sobre ele? R: O Espirito de Deus
como pomba (Mt 3.16)
8. Qual o nome do rio em que Moisés foi achado num cesto? R: Nilo.
9. Qual o nome, da cidade onde Jesus foi crucificado? R: Jerusalém (Mc 15.22) ,
10. Para onde o anjo mandou José levar Maria e o menino Jesus? R: Para o
Egito. (Mt 2.13)

extraído da internet

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Algumas dinâmicas


DINÂMICAS

01. Meus sentimentos
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem,
mostrando o seu desenho explicado-o.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.

02. Mancha ou ponto
Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos
do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51

03. Identificação Pessoal com a Natureza
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e
reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25

04. Quem sou eu ???
Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31 Sl 139

05. O outro Lado
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a
tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133

Extraído de ALMANAQUE DE DINÂMICAS PARA ESCOLAS BÍBLICAS DOMINICAIS
Eliseu de Oliveira

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O VALOR DOS VISUAIS



1. OS DOIS PRIMEIROS VISUAIS:
a. A SALA DE AULA
Ela é o primeiro visual para os alunos.
Deve estar arrumada e ser adequada aos alunos.
Precisa ter lugar para todos, ser convidativa.
b. O PROFESSOR/A
Ele também é um “visual” para os alunos.
Sorriso, gentileza e atenção valem mais que a lição.
A maior parte dos alunos aprende “professores”!
[não aprende “aulas” ou “lições”]

2. OS CINCO SENTIDOS:
O conhecimento [100%] vem...
... 75 % pela visão
... 13% pela audição
... 6% pelo tato
... 3% pela gustação
... 3% pelo olfato

3. A MEMÓRIA E A FIXAÇÃO DO APRENDIZADO:
Iremos lembrar de ... 20% do que ouvimos,
... 60% do que vemos, ... 90% do que fazemos

4. APRENDIZADO:
Aprende-se ... 20% do que se ouve (ao ser ensinado)
... 50% do que se vê
... 70% do que se examina
... 80% do que se faz
... 90% do que se fala (ao ensinar)

5. PRINCÍPIOS E NORMAS:
1º - O aluno aprende através dos cinco sentidos.
2º - A aprendizagem é mais rica quando se usa mais de um sentido (visão, audição, tato, etc)
3º - A memória do que se ensina é aumentada com o aumento da participação: ver, tocar, fazer, ensinar.
4º - Os visuais são mais eficientes na medida que são mais reais:

1º 􀃆 Objeto real
2º 􀃆 Objeto artificial (réplica)
3º 􀃆 Quadro ou gravura
4º 􀃆 Esquema
5º - Os visuais devem coincidir com a lição para não tirar a atenção do aluno para um ponto sem importância.
6º Exemplos de visuais: Filmes, Animação computadorizada, filme fixo, gravuras, TV de papel, álbum
seriado, mapas, quadro negro, retroprojetar, flanelógrafo, quadrinhos, gráficos, estatísticas.

5. VANTAGENS DO USO DOS AUDIOVISUAIS:
a. Atraem a atenção
b. Dominam a classe
c. Aumentam a retenção
d. Agilizam a aprendizagem
e. Preparam o ambiente
f. Motivam o aluno

6. COMO USAR OS AUDIOVISUAIS:
a. Depende da habilidade do professor e dos alunos.
b. Depende do tamanho do grupo.
c. Depende do propósito, tema, etc.
d. Depende do custo, do ambiente, da disponibilidade.

Extraído de
A ESCOLA DOMINICAL EVANGELÍSTICA
Álvaro César Pestana
Primeiro Semestre de 2001

sábado, 25 de abril de 2009

44 formas para usar a arte no aprendizado das crianças




Darlene Franklin

“Cristo me ama, .... ” Amanda cantava enquanto se dirigia da Igreja à sua casa, ela levava um quadro montado com o verso bíblico, “Amemos uns aos outros” (I João 4:7) escrito na parte inferior. “Que bom, que já estás de volta! O que aprendeste hoje Jimmy?” “algo sobre Gebos”.

Qual é a diferença? Jimmy escutou a lição bíblica e Amanda se deleitou fazendo as atividades. As artes visuais, manuais, música, dramas ou escrever textos com verdades bíblicas relacionadas à vida, são coisas com as quais aprendem. Em continuação expomos 45 idéias para usar as artes no aprendizado das crianças.

Trabalhos manuais

As artes por si mesmas exibem os fatos concretos das lições bíblicas.

1. Leve quadros bonitos ao salão de classe, obtidos de livros ou slides.
2. Desenhe um mapa se o local é uma parte importante na história.
3. Desenhe bandeiras temáticas.
4. Apresente a lição bíblica ou uma história contemporânea com rótulos atraentes ou caricaturas alusivas à lição.
5. Ilustre a cena culminante da história em um mural.
6. Teça ou costure a túnica de José.
7. Marque uma linha de tempo para o ministério público de Jesus.
8. Pinte ou desenhe tecidos para mostrar os eventos na seqüência.
9. Prepare um panorama das covas onde David se escondeu de Saul.
10. Construa as paredes de Jericó com blocos de Isopor.
11. Prepare quadros de duas e três folhas para o estudo de um personagem.
12. Prepare pegadas das mãos e dos pés para pensar em como nossos corpos podem ser usados para o serviço de Deus.
13. Faça montagem ou colagem de quadros com materiais naturais ou pastas.
14. Colete vários objetos como folhas, esponjas, rochas e bolinhas para usá-los em pin-turas ou quadros.

Música

Com ou sem palavras, a melodia, a harmonia e os toques, expressam emoções em um nível instintivo. A música funciona bem logrando metas de atitude.

15. Toque uma música antes que comece a classe ou durante o tempo que as crianças estiverem trabalhando.
16. Cante com as crianças. Ensine um hino da classe.
17. Prepare um livro de corinhos para usá-lo na classe.
18. Construa instrumentos musicais, tais como, tambores, chocalhos e pandeiros. Ima-gine que você é Maria (irmã de Moisés) cantando com os israelitas louvando a Deus depois de cruzar o Mar Vermelho.
19. Examine o índice temático e o índice de títulos em seu Hinário e selecione hinos relacionados às lições ou versos de memória.
20. Sublinhe ou assinale os hinos favoritos.
21. Ilustre o significado do hino com movimentos ou quadros.
22. Participe com as crianças. Prepare um grupo pequeno para que cante na classe ou que toda a classe cante para a igreja.
23. Leve para a classe um teclado (piano elétrico) ou campainhas. Escolha uma melodia original para adaptá-la às palavras do verso de memória.
24. Escreva uma letra original e adapte a uma melodia conhecida.

Drama

25. Mostre vídeos e discutam o conteúdo.
26. Faça máscaras de pratos de cartão ou cartolina para usá-los no drama.
27. Elabore seus próprios dramas e use vestimentas e materiais apropriados.
28. Designe as “partes” dos alunos em situação da vida real.
29. Entreviste um personagem bíblico famoso. Também entreviste líderes da Igreja.
30. Realize um monólogo de um personagem bíblico ou a luta de uma criança com um problema.
31. Responda as perguntas “quê, quando, quem, onde e por quê” como uma transmis-são de notícias.
32. Ensine uma lição familiar como a do Bom Samaritano, representando a história.
33. Escolha um livro da biblioteca da igreja para representá-lo.
34. Fragmente uma história Bíblica para obter uma encenação.

Escritos

Os escritos podem estar reforçados com outras artes, por exemplo: “globos” para as cari-caturas nos cartazes, instrumentos para tocar com a música e notas nos murais. Também podem fazer-se só escritos como uma atividade da aprendizagem.

35. Leia para as crianças.
36. Peça que os de sua classe revisem as leituras dos livros da biblioteca da Igreja.
37. Componha acrósticos com palavras chaves da história.
38. Conserve um diário imaginário de um personagem bíblico, tal como Paulo.
39. Enviem cartas aos companheiros enfermos ou impossibilitados, familiares, membros da Igreja, missionários e crianças do estrangeiro.
40. Reúna artigos do jornal que se relacionem com a lição do dia. Inclua histórias, edito-riais, anúncios e entrevistas.
41. Elabore uma poesia, pode ser formal e de verso livre.
42. Faça perguntas e adivinhações para repassar a história.
43. Escreva uma história curta que se aplique à verdadeira vida real.
44. Use os versículos ou o formato de perguntas e respostas para escrever uma poesia ou um cântico.

Reúna algumas provisões básicas, junte algumas poucas idéias e leve a cabo sua pro-gramação. Os alunos aprenderão verdades bíblicas enquanto se divertirem.

Extraído de Idéias 2002, Ministério da Criança/Divisão Sul Americana

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa

LIÇÕES DO AMOR




TRÊS LIÇÕES IMPORTANTES

Jason Chatraw

Eis aqui três lições importantes do amor de Deus:

1) Nossa vida não pode refletir o amor de Deus a menos que aprendamos a amar os outros.

Um jovem que se dizia cristão conhecia tudo a respeito de Deus e de Seu plano de salvação para sua vida. Freqüentava a igreja todas as semanas e professava aberta-mente amar e Jesus na frente de seus colegas de trabalho. Porém, sua religião era a-penas de palavras para aqueles que convivam com ele. Sempre que havia problemas no trabalho, ele ficava amargurado e tinha atitude acusatória. Seus colegas não viam nada diferente nele dos demais, salvo por ser um “religioso fanático”. Não havia nada especialmente diferente em sua vida além de freqüentar semanalmente a igreja.

Paulo viu o mesmo tipo de atitude entre os cristãos de Corinto, levando-o a enviar-lhes esta advertência: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (I Coríntios 13:1). Nosso jornadear com Cristo não nos distingue se não tivermos amor. Somos apenas um ruído irritante sendo levado pelo vento, incapazes de ministrar o amor de Deus a alguém. Jesus também enfatizou esse ponto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35).

2) O amor é o laço da união.

Quando amamos as pessoas, podemos abrandar seu coração e tocar sua vida de for-ma ímpar. Mas como o amor nos mantém unidos? Quando começamos a amar al-guém, desejamos que nosso relacionamento seja “produtivo”, que seja ativo e que se desenvolva. Nunca desejamos que qualquer tipo de confrontação ou mal-entendido in-terfira no relacionamento, porém se surgir o conflito (e inevitavelmente isso ocorrerá), o coração que ama buscará restaurar o relacionamento o mais breve possível, não im-porta o quão seriamente tenhamos sido feridos. “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).

É desta forma que estamos ligados a Deus – por meio da morte e da ressurreição de Seu Filho, Jesus. Deus nos amou tanto a ponto de que quando o pecado entrou no mundo e obstruiu o relacionamento com Ele, em Seu infinito amor, buscou restaurá-lo o mais prontamente possível. O amor de Deus se estende constantemente a nós, bus-cando levar-nos a profundo relacionamento com Ele e unindo nossa mente, vontade e emoções às Suas. Se Deus não nos amasse, não agiria assim. Mas louvado seja Deus que nos ama a fim de estarmos ligados a Ele por meio desse amor.


3) O amor produz alegria em nossa vida.

Certamente o mundo seria um lugar solitário sem o amor de Deus. Sem Deus, não há propósito, sentido ou destino para nossa vida. Ela seria o vácuo – sem qualquer senti-do. Vaguearíamos sem destino ao longo da vida, desejando que algo ou alguém nos amasse e nos desse esperança. Muitas pessoas que não descobriram o amor de Deus estão perambulando neste momento em busca do ingrediente faltante para tornar-lhes a vida completa.

Então, o que Deus e Seu amor fazem em nossa vida? Porque Se interessa por nós, Deus deseja que tenhamos propósito, sentido e destino. Quando entendemos o quanto Deus nos ama, passamos a ver a vida sob nova perspectiva. Seu amor nos dá propósi-to, significado, esperança e destino. E nisso encontramos a alegria. “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus man-damentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:9-11).

Compreender o amor de Deus por nos é importante. Igualmente importante é que compreendamos porque esse amor é tão vital a nosso crescimento, nosso relaciona-mento com Deus e nosso testemunho aos outros. São Francisco de Assis compreen-deu a importância de amar os outros e ao se empenhar nesse sentido, buscou a ajuda de Deus que dessa forma pôde transformar-lhe o coração.

[Extraído de Spiritual Powerpoints, InTouch Ministries.]

Extraído de www.igrejaadventista.org/Ministeriodacrianca

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pelos seus frutos os conhecereis

Por Mike

O que você prefere comer: uma banana podre ou uma banana boa e madura?

Materiais:
Uma banana podre
Uma banana boa

Duração:
Cerca de 4 minutos

Tópicos:
Fecundidade, piedade / Luz,
Veracidade, Valores



O que você vai fazer durante a aula:

Você vai mostrar às crianças a má banana e obter sua primeira reação. Aí você vai mostrar a banana boa e obter uma reação diferente. Isto ajudará as crianças a saberem a diferença entre a produção de bons frutos e maus frutos em sua caminhada diária com Cristo.

O que você vai dizer:

Quando você mostrar a todos a banana podre pergunte: "Quem gostaria de comer essa banana? Por que você não quer comer isso? Associar com o Mateus 7:20 que diz que “por seus frutos os conhecereis”. Que tipo de fruta que você deseja produzir? Será que o fruto da sua vida é boa, como esta banana ou não tão bom, como esta banana podre?

Extraído e adaptado de http://www.kidssundayschool.com

COMO ENSINAR O VERSO PARA DECORAR PARA OS PRÉ-ESCOLARES



Leann Campbell

Simples, Significativo e Divertido

“Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11)

Rapidamente, em dez minutos, conduzi minha classe de alunos de 4 e 5 anos em uma atividade divertida para ajudá-los a memorizarem o verso bíblico. Então, oramos a respeito de algo diretamente relacionado com o verso. As crianças dessa idade, muitas vezes, fazem lon-gas orações, mencionando a todos e a tudo que conhecem. Porém, meu alvo é ensiná-las o significado do verso para decorar e orar por algo específico.

Desenvolvi três diretrizes para ensinar o verso e a oração para essa faixa etária. Meu ob-jetivo é fazer com que seja simples, significativo e divertido.

1. Mantenha-o simples.

As crianças nessa idade provavelmente conseguirão aprender versos curtos, com pala-vras compreensíveis. Uma lição que sugira algo como: I Samuel 3:9 como verso para memori-zar (“Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”), faz com que eu busque um texto mais fácil. As sete palavras nesse verso não fazem parte do vocabulário diário da criança de 4 anos. Prefiro usar as palavras de Moisés, que se encontram em Êxodo 3:4: “Eis-me aqui”. Crianças de quatro anos podem facilmente dizer e compreender essas três palavras.

2. Torne-o significativo.

Para que seja significativo, o verso para decorar deve estar associado com a lição bíblica do dia. Esse é apenas parte do propósito, visto que as crianças devem também aplicá-lo à sua vida no mesmo instante. Uma de nossas histórias bíblicas com o verso: “Eis-me aqui” é a histó-ria do menino Samuel quando ouviu Deus chamando-lhe pelo nome. Provi-lhes um telefone feito de lata e barbante e elas se revezavam chamando uma a outra pelo nome e respondendo: “Eis-me aqui”. Conversamos a respeito de como, normalmente, não ouvimos Deus falar conos-co de forma audível, mas que temos Suas palavras na Bíblia. Uma de Suas mensagens a nós, na Bíblia, é para obedecermos nossos pais. As crianças pensam em formas como podem obe-decer e então todos curvamos a cabeça. Depois de eu proferir uma ou duas sentenças na ora-ção, cada criança ora pedindo ajuda para ouvir e para obedecer a seus pais.

Visto que meu objetivo é fazer com que o verso para decorar seja significativo, deixo de ensinar a referência bíblica. As crianças ainda não necessitam disso uma vez que não lhes diz muito mencionar que o verso se encontra em Salmo 4:3 ou Êxodo 3:4. Posteriormente a criança poderá aprender a referência, quando puderem por si mesmas ler a Bíblia e compreender o significado do verso.

3. Torne-o divertido.

Falar pelo telefone feito de latas foi uma forma divertida de as crianças aprenderem o ver-so para decorar. A cada semana planejamos uma atividade divertida que enfatiza o verso. A maioria dos manuais para os professores apresenta muitas sugestões de jogos ou cânticos que favorecem o aprendizado. Se nada parece se adequar a meus propósitos, crio uma atividade. Sempre tento ler a lição no início da semana a fim de ter tempo suficiente para trabalhar as i-déias em minha mente.

As lições a respeito dos animais provêem muitas oportunidades para atividades divertidas. Guardo os calendários antigos com fotos de animais (também de flores, de alimentos e de tudo o mais que poderia ser usado para ilustrar uma lição). Gênesis 2:19 e 20 nos diz que Adão deu nome a todos os animais. Esses versos necessitam ser encurtados para que a maioria das cri-anças de 4 e 5 anos possam aprendê-lo. Assim tente a porção do verso 19 que diz: “e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome”. Coloque as figuras no quadro ou permita que cada criança escolha uma figura (ou um animal de brinquedo) para segurar en-quanto pensa em um novo nome para lhe dar. Pensar em um nome estranho para os animais será divertido e mais significativo do que simplesmente dizer: “Deus disse a Adão para dar no-mes aos animais”.

Visto que passamos apenas 10 minutos, em cada parte do ensino, as crianças passam para a próxima atividade sem se sentirem cansadas. Algumas vezes, elas dizem o verso para decorar mas não desejam orar. Quando hesitam, ajudo-as ao fazer com que repitam as pala-vras depois de mim. (Orar pode ser algo novo para algumas crianças em cujo lar não há esse costume.)

Nossas crianças pré-escolares realmente não se importam de memorizar o verso se essa atividade for simples, significativa e divertida. Sabemos que elas apreciam o que estão fazendo e este é o nosso alvo como professores. Temos por objetivo levá-las a apreciar a Palavra de Deus e a aplicá-la a sua vida.

RESUMINDO: Torne o verso para memorizar adequado à faixa etária e co-ordene itens visuais para ajudar na memorização. Com um pouco de criati-vidade, essa atividade pode ser divertida.

LeAnn Campbell é professora aposentada. Ela começou a escrever como freelance em 1990 e tem mais de 800 artigos publicados, em mais de 100 publicações. LeAnn e seu marido têm seis filhos adultos, onze netos e um bisneto.


[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, outubro-dezembro de 2004, pp. 20-21.]

quinta-feira, 26 de março de 2009

Prepare-se para a aula




Comece com antecedência - leia a passagem bíblica que você irá ensinar uns 15 a 10 dias antes da aula várias vezes e até em traduções diferentes da Bíblia. Prepare o roteiro 7 a 5 dias antes. Assim você tem tempo de comprar e preparar o material necessário e ensaiar e repassar a história.

Comunique-se - se você trabalha com um assistente ou professor auxiliar, passe o que você programou para ele, numa reunião e por escrito. Ou ainda melhor, programe junto com seu auxiliar o trabalho - diz o ditado que "Duas cabeças pensam melhor que uma!"

Prepare um roteiro básico - em geral ele deve indicar:
- Objetivo: Qual a mensagem / verdade bíblica que quero transmitir?
- Texto: Qual passagem Bíblica usar?
- Como: Qual material didático ou método vou usar? Quais serão as atividades de fixação?
- Tempo: Qual o tempo disponível? O que programei cabe neste tempo?

Em seguida faça o Plano de Aula completo, que deve conter, por escrito cada passo da aula: quem faz o que, o tempo previsto para cada atividade, o material necessário, o resumo da história que você ira contar...

Atenha-se ao objetivo em todas as etapas. As músicas, o versículo para memorizar, as atividades com as crianças, tudo deve transmitir a mesma mensagem.

Ensaie - depois de ter feito o roteiro da sua aula, ensaie. Ensaie o texto, como o irá dizer e a sequencia dos acontecimentos. Pegue o material que irá usar e ensaie com ele (por exemplo, coloque as figuras do flanelógrafo em ordem de uso; ensaie entradas e saídas dos fantoches, a altura do braço, expressões; etc..).
Tente em frente ao espelho, assim você tem uma idéia melhor do que seus alunos verão.

Teste as atividades - A tinta e papel escolhidos para as crianças pintarem são atóxicas? O papel resiste à tinta ou desmancha? Quanto tempo o papier machê leva para secar? Quanta sujeira a argila faz na mesa, preciso forrá-la com plástico ou jornal basta? Seja lá o que for que você decida apresentar para as crianças fazerem, teste antes em casa.

Ore sempre! - antes e depois da leitura, do preparo do roteiro, dos ensaios, das conversas e da aula!

Sorria, confie em Deus e divirta-se com suas crianças!

DICAS E SUGESTÕES PARA DEPARTAMENTO INFANTIL, DE ADOLESCENTES E EBD, LB, RJ, 2003.
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE ALAGOA NOVA
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL SEMEANDO VIDA

terça-feira, 24 de março de 2009

Tudo bem, filho, todo mundo faz isso!

Pierre Weil

Johnny tinha seis anos de idade e estava em companhia do pai quando este foi flagrado em excesso de velocidade. O pai entregou ao guarda, junto à sua carteira de habilitação, uma nota de vinte dólares. "Está tudo bem, filho", disse ele, quando voltaram à estrada. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha oito anos, deixaram que ele assistisse a uma reunião da família, dirigida pelo tio George, sobre as maneiras mais seguras de sonegar o imposto de renda. "Está tudo bem, garoto", disse o tio. "Todo mundo faz isso".

Aos nove, a mãe levou-o pela primeira vez ao teatro. O bilheteiro não conseguiu arranjar lugares até que a mãe de Johnny lhe deu, por fora, cinco dólares. "Está tudo bem, filho", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Com doze anos, ele perdeu os óculos a caminha da escola. A tia Francine convenceu a companhia de seguros de que eles haviam sido roubados e recebeu uma indenização de 75 dólares. "Está tudo bem, garoto", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Aos quinze, foi escolhido para jogar como lateral-direito no time de futebol da escola. Os treinadores o ensinaram como obstruir e, ao mesmo tempo, agarrar um atacante adversário pela camisa sem ser visto pelo juiz. "Tudo bem, garoto", disse o treinador. "Todo mundo faz isso".

Aos dezesseis, Johnny trabalhou num supermercado durante as férias de verão. Seu trabalho: colocar as frutas maduras demais ou estragadas no fundo das caixas e distribuir por cima as frutas mais bonitas, para ludibriar os fregueses. "Tudo bem, garoto", disse o gerente. "Todo mundo faz isso".

Na mesma época, Johnny e um vizinho candidataram-se a uma bolsa de estudos. O vizinho era o primeiro da classe, mas era órfão de pai. Johnny era um estudante medíocre, mas seu pai era presidente da associação dos ex-alunos do colégio. Johnny ganhou a bolsa. "Está tudo bem, filho", disseram os pais. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha dezoito anos, um colega mais adiantado lhe ofereceu, por cinqüenta dólares, as questões que iam cair numa prova final. "Tudo bem, amigo", disse ele. "Todo mundo faz isso".

Flagrado colando, Johnny foi expulso da sala. Ameaçado de perder o ano, voltou para casa com o rabo entre as pernas. "Como foi que você pode fazer isso com sua mãe e comigo?", gritou o pai verdadeiramente possesso. "Você nunca aprendeu essas coisas em casa". O tio George e a tia Francine também ficaram envergonhados do sobrinho colador, e proibiram que sua filha continuasse saindo com a turma de Johnny.


Se há uma coisa que o mundo adulto não pode tolerar, é passar vergonha por causa de um garoto que cola nos exames...

Extraído de http://pcdec.sites.uol.com.br/tudobemfilho.htm

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dicas para a atuação do Professor em sala de aula






1. O professor deve chegar, na sala de aula, 15 minutos antes do início da aula, para organizar o material.

2. O professor deve recepcionar as crianças com alegria e entusiasmo, procurando conhecer cada uma.

3. A atitude do professor deve ser sempre de interesse pelas crianças, atenção e orientação, no amor e paz de Jesus.

3. É importante ter informações sobre método, prática e recursos didáticos para melhorar o processo ensino-aprendizagem.

4. O ambiente deve, também, receber especial atenção por parte do professor. O ambiente deve ser tranqüilo, bem arejado e bem iluminado.



Dica de rotina de aula:


Primeiro: Chegada e recepção

As crianças devem ser recepcionadas e preparadas para o início da aula. O professor deve orar e sugerir alguma atividade preliminar.


Segundo: Atividades Preliminares

O professor pode utilizar jogos bíblicos, cantar corinhos e oferecer brinquedos adequados à idade das crianças.



Terceiro: Conteúdo Programático

Com a direção do Espírito Santo, o conteúdo deve ser apresentado e, sempre que possível, utilizando recursos e técnicas didáticas para despertar o interesse e a atenção das crianças. Podem ser utilizadas dramatizações de historinhas bíblicas, trabalhos manuais, exercícios escritos, dentre outros.



Quarto: Encerramento

O encerramento das atividades deve ter início com a organização do material utilizado. Em seguida oração final e despedida.
Extraído de www.portalgospel.com.br

terça-feira, 17 de março de 2009

Motivando a sua classe à aprendizagem



Oito chaves para o êxito

Por: Lois Keffer and Dean Stone


1 Conecte-se emocionalmente com sua classe

Se deseja que as crianças estejam motivadas e interessadas em aprender, você precisa fazer uma conexão emocional. A parte do cérebro que governa a emoção pode ajudar tanto a aprender como interromper a aprendizagem. As crianças precisam de uma boa razão para fazer o que você está pedindo, uma razão que seja de seu interesse pessoal. Isto pode fazer sentir-se orgulhoso por uma realização, sentir prazer por ter feito uma atividade, sentir satisfação de completar uma tarefa desafiante ou a emoção de investigar algo novo.

2 Elimine os medos

Embora a igreja seja um lugar de pessoas que amam a Deus e desejem o melhor para seus filhos, pode também ser um lugar de ameaças para as crianças. Josué sentia medo, pois sempre ouvia seu professor lhe dizer que não era permitido brincar com seus carrinhos de brinquedos na Escola Sabatina. Lucas, uma criança que não suportava estar sentado mais do que quatro minutos, sentia medo dos professores porque lhe diziam que devia sentar-se tranqüilo no círculo para a história bíblica.

3 Desafio ao êxito

Uma vez que há sentido de conexão emocional e segurança, o que a criança precisa em seguida é um desafio. Os cérebros humanos foram criados por Deus para responder ao desafio, especialmente se há uma oportunidade de êxito razoável. As crianças respondem às atividades na classe quando estas atividades trazem um desafio para o êxito. Para uma criança como Lucas, uma história bíblica apresentada em forma de jogo ativo resultará em maior aprendizagem que se for forçado a manter-se quieto. Ele pensará, Que Legal! Isto eu posso fazer. Gostaria que a história bíblica fosse sempre assim cada semana.

4 Dê opções

A possibilidade de escolher tem uma função importante na motivação. A livre determinação é uma característica dada por Deus à raça humana. Por conseguinte necessitamos fazer o que nos é pedido, mas de vez em quando a oportunidade para fazer uma escolha anima tanto as crianças como os adultos a participarem naquilo que escolheram.
Deixe que as crianças escolham que personagem eles querem representar quando atuam na história bíblica. Deixe que eles escolham as atividades de aplicação, que apelam aos diferentes estilos de aprendizagem. Você ficará maravilhado de como as crianças estão desejosas de participar nas opções que fizeram.

5 Considere um sistema de recompensas positivas

A conexão emocional leva as crianças a responderem ao desafio e este torna-se significativo somente se há uma “atração”. O que conseguirão as crianças com isto? Se elas fazem o que você quer que façam, que atração pode ter para eles? Para responder a esta pergunta alguns professores usam um sistema de recompensa positivo, que motivam os alunos que têm dificuldades para motivar-se por si mesmos – “Se disseres um versículo de memória, ganharás pontos para ir a um acampamento”. “Se terminares de fazer as notícias a tempo, serás o auxiliar do professor para este dia”. Quando as crianças entendem claramente as expectativas, o sistema de recompensa positivo pode ser simples e efetivo.

6 Estabeleça expectativas razoáveis e realizáveis

Estabeleça expectativas que sejam razoáveis e realizáveis para as crianças em sua classe. Por exemplo, não espere que uma criança do jardim da infância permaneça sentada do mesmo jeito que uma criança do primário. Trate de entender e esteja atento, encaixando atividades que se ajustem à eles.

Enquanto os sistemas de recompensas funcionam para resolver problemas a curto prazo, uma aprendizagem real acontece quando as recompensas vêm de dentro da criança – uma alta estima e satisfação afloram com uma tarefa completa.

7 Estabeleça uma relação afetiva

Isto é simples de entender. As crianças que a amam querem agradá-la. As experiências de êxito têm muito a ver com as relações de benevolência. Quando as crianças trabalham fortemente para entender uma nova verdade bíblica e integrá-las a sua vida, elas necessitam ser incentivadas e afirmadas tanto pelos professores de classe na Igreja, como pelos pais no lar.

Noticie e comente estes passos de progresso, é fácil passá-los por alto nas celebrações pequenas porque ante os olhos dos adultos, o fato não é tão significante. Esta dimensão de relações no ensino é muito importante. Tome tempo para comemorar as respostas às orações, dizendo: Que legal! depois de um jogo de recapitulação bíblica que demonstre quantas crianças aprenderam; dar um abraço a uma criança que não passou um bom dia. As relações afetivas positivas podem prover a conexão emocional para começar a cadeia de aprendizagem.

8 Faça um suspense com o que vai vir

A curiosidade é algo extraordinário. Em um milésimo de segundo um flash resplandece no contacto de olhos que você e as crianças cruzam, e logo se dará conta que aceitou a atenção deles. Ali você está ajudando a construir a conexão emocional necessária para a aprendizagem ao criar mistérios, emoção e antecipação do que vai vir. Você captou a atenção e eles estão desejosos de aprender.

Ministério da Criança
Divisão Sul-americana
Idéias 2003

Salomão testemunha à rainha de Sabá



Revelamos o amor de Deus ao servir os outros

VERSO BÍBLICO PARA MEMORIZAR (JU 3T 04):
“Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor, a quem escolhi.” Isaías 43:10.

TEXTO(S) CHAVE E REFERÊNCIAS
1 Reis 10:1-13; Profetas e Reis, de Ellen G. White, CPB, págs. 66-68

OBJETIVOS
Saber que nossas palavras e ações podem influenciar a vida dos outros para o bem
Sentir entusiasmo porque Deus pode nos usar para testemunharmos para Ele
Responder ao permitir que Deus o use para alcançar outros.


A MENSAGEM
Quando servimos aos outros, revelamos o amor de Deus






“A rainha de Sabá veio visitar Salomão. Ouvindo de sua sabedoria, e do magnificente templo que ele havia construído, ela se determinou ‘prová-lo por enigmas’, e ver por si mesma suas famosas obras. ...

No final da sua visita, a rainha havia sido tão completamente instruída por Salomão quanto à fonte de sua sabedoria e prosperidade, que foi constrangida, não a exaltar o agente humano, mas exclamar:
‘Bendito seja o Senhor teu Deus.” — Profetas e Reis, de Ellen G. White, págs. 66 e 67


• Hora do brainstorm (chacoalhando os pensamentos):
Na sua opinião, por que Deus deu a Salomão riquezas e vida longa juntamente com sabedoria? (Para recompensá-lo por seu pedido altruísta).
• Que recompensas extras, se houver, Deus tem dado a você em acréscimo às coisas específicas que pede a Ele? (Posses materiais etc.)
• Na sua opinião, por que Ele dá estas coisas para vocês e o que você fará com elas? (Para fazer nossa vida mais feliz, para nos capacitar a ajudar os outros.)


Explorando o Texto Bíblico

Uma moeda, uma pedra pequena, pesam o mesmo que um siclo.
Procure Mateus 26:14-16. De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, as palavras “moedas de prata” são entendidas como se referindo a siclos. Trinta moedas de prata eram, aproximadamente, o salário de 120 dias de trabalho. Trinta siclos de prata eram, tradicionalmente, o preço de um escravo.
Agora determine quanta prata Judas recebeu por vender Jesus aos sacerdotes. Pedir aos alunos que leiam 1 Reis 10:10.
Um siclo possui 11,4 gramas.


Mostrar aos alunos um item que pese o mesmo que um siclo (por exemplo: uma moeda, uma pedra).
Pedir aos alunos que procurem Mateus 26: 14-16.
De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, as palavras “moedas de prata” são entendidas como se referindo a siclos. Trinta moedas de prata eram, aproximadamente, o salário de 120 dias de trabalho. Trinta siclos de prata eram, tradicionalmente, o preço de um escravo.

Durante os tempos bíblicos, um talento era igual 3.000 siclos. O peso-base do talento 34,2 quilogramas.
Descubra quanto ouro a rainha de Sabá trouxe para Salomão.

(Imagine a riqueza dos presentes que a rainha de Sabá trouxe a Salomão pois somente em ouro, ela trouxe 4.000 quilos!!!)


Oração
Algumas vezes, podemos ficar tão envolvidos em fazer pedidos a Deus, que nos esquecemos de louvá-Lo. Louvar é dizer obrigado a Deus pelo que Ele é, por Seu caráter,porque Ele é nosso Criador, e pelo que Ele tem feito ao dar Jesus Cristo como sacrifício por nossos pecados.

Ofertas
Deus abençoou Salomão com riqueza e sabedoria. Isto atraía pessoas para seu palácio, onde ele poderia contar-lhes sobre Deus. Através de nossas ofertas, nós também podemos ser testemunhas para Deus.


Vivenciando a História
Leia 1 Reis 10:1-13. Se possível, olhe em comentários bíblicos como era o Templo e o palácio de Salomão, que alimentos eram servidos, quantas pessoas eram necessárias para cuidar do palácio e do Templo, e como era a vida de Salomão.



Esta história me fascina. O modo como Salomão vivia a sua sabedoria, concedida por Deus, era o melhor e maior modo de testemunhar. Você pede sabedoria a Deus, testemunha dEle servindo??? Ótimo dia cheio de vitórias com Cristo. Com amor, Tia Célia


Plano de ação
A
Falar e agir
SALOMÃO TESTEMUNHA À RAINHA DE SABÁ
VERSO BÍBLICO PARA MEMORIZAR (JU 3T 04):
“Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor, a quem escolhi.” Isaías 43:10.

TEXTO(S) CHAVE E REFERÊNCIAS
1 Reis 10:1-13; Profetas e Reis, de Ellen G. White, CPB, págs. 66-68

OBJETIVOS
Saber que nossas palavras e ações podem influenciar a vida dos outros para o bem
Sentir entusiasmo porque Deus pode nos usar para testemunharmos para Ele
Responder ao permitir que Deus o use para alcançar outros.


A MENSAGEM
Quando servimos aos outros, revelamos o amor de Deus


PARTILHANDO A LIÇÃO COM AS PESSOAS COM QUEM CONVIVO
Plano de Ação
Conversar com os alunos sobre três lugares na comunidade, na opinião deles, onde podem servir os outros. Escrever a lista no quadro e deixar que a classe escolha uma. Fazer uma lista das coisas que precisam ser feitas e delegar uma tarefa para cada um dos alunos. Combinar com a classe o dia e hora conveniente para executarem a tarefa.
Lembrem-se: SERVIMOS MELHOR QUANDO NOSSAS AÇÕES CORRESPONDEM AO QUE FALAMOS.

Aproveite bem esta excelente atividade. Se conhecer alguma outra e quiser compartilhar, escreva para celinhaferrarez@hotmail.com Ótima aula, professor / líder querido. Com amor, Tia Célia


Extraído de http://www.historiasbiblicas.advir.com/historiasbiblicassitearquivos/11-13/ju%20salomao%20rainha%20sabah.htm

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

PARA ENSINAR A BÍBLIA PARA OS PEQUENOS


EU SOU A BÍBLIA

Tenho também muitos outros nomes. Você tem mais de um nome, não tem? Às vezes sou chamada A PALAVRA DE DEUS, o que verdadeiramente sou. Outras vezes sou chamada AS ESCRITURAS, que significa “os escritos”. Homens santos escreveram as mensagens que Deus lhes mandou escrever, e esses escritos, juntos, formam o livro chamado a BÍBLIA. Eu gosto de ser chamada O LIVRO, porque eu sou o livro acima de todos os outros livros. Não me trate como você trata qualquer livro sem importância, de contos de fadas, ou mesmo seus livros de aritmética ou história do Brasil, porque estes foram escritos por homens, enquanto eu, como você vai ver, fui dado por Deus. Não se esqueça, então, dos meus nomes:
1) BÍBLIA
2) O LIVRO
3) AS ESCRITURAS
4) A PALAVRA DE DEUS

EU SOU O LIVRO QUE DEUS ESCREVEU

Deus, o Espírito Santo, é o meu Autor. Veja em II Pedro 1:21 e você verá que os homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. II Tim. 3:16 diz-nos que toda a Escritura é dada por inspiração de Deus. Por que não procurar esses versos agora mesmo, para ver o que eles dizem a meu respeito? O quê? Você não tem uma Bíblia? Mary Jones caminhou quarenta quilômetros e pagou trinta e cinco mil cruzeiros por mim! Você pode comprar uma por pouco dinheiro. Mas estou vendo que alguns de vocês têm Bíblias. Tomem cuidado, tratem as minhas páginas com reverência! Antes de ter sido inventada a imprensa, homens pacientemente copiavam-me à mão e, quando eles tinham de escrever o nome de Deus, primeiro eles lavavam a pena e molhavam-na em tinta especial, tão santo era o nome do meu Autor para eles!

ESCRITORES: UNS QUARENTA

Não parece isto estranho? Primeiro eu disse a vocês que Deus me escreveu, e agora digo-lhes que tive uns quarenta escritores. Mas este é o lado humano da história.
Durante os muitos anos em que Deus me estava dando ao mundo, Ele precisou e quis servir-se destes diferentes homens para escreverem a mensagem. Foram realmente Moisés e Isaías, Paulo, João e outros que escreveram, mas Deus de tal maneira inspirou seus corações que eles escreveram exatamente o que Deus queria. Eram homens muito diferentes uns dos outros. Alguns eram ricos, outros eram pobres. Uns eram instruídos e outros não. Entre os meus escritores houve um que fazia tendas, outro trabalhava com o arado, um era cobrador de impostos, outro lavrador, outro médico, outro músico, outro poeta, outro cuidava de vacas, e um era pastor de ovelhas e veio a ser rei.

TEMPO: 1600 ANOS

Esta é outra coisa extraordinária a meu respeito. Levaram 1600 anos para me escreverem! Deste modo, como vocês vêem, a maior parte de meus escritores não se conheceram e muitos morreram antes que os outros tivessem nascido. Estes escritores viveram em diferentes lugares, e alguns dos livros foram escritos centenas de anos depois dos outros. Os meus escritores não se puderam ver uns aos outros, nem fazer comparações entre o que escreveram; eles apenas escreveram a mensagem que Deus lhes deu. Algumas partes foram escritas em cidades, outras nos desertos, outras nas prisões e outras em palácios.

PARTES: DUAS

Quem sabe os nomes das minhas duas partes? É isso mesmo: Velho e Novo Testamento. Mas, que quer dizer “testamento”? É um acordo, ou um testamento como muitas pessoas fazem antes de morrer, dizendo o que querem que se faça com suas possessões depois de terem morrido.
No Velho Testamento encontramos muitos acordos, ou promessas de Deus para fazer coisas maravilhosas para o Seu povo de Israel, inclusive mandar um Salvador, Seu próprio Filho. Assim, há muitas riquezas para nós no Velho Testamento, porque nós podemos aprender muito a respeito de Deus, nosso Pai, e ver o Senhor Jesus apresentado ali como Aquele que havia de vir.
No Novo Testamento, escrito depois da morte do Senhor, nós temos o acordo de Deus para salvar e dar todas as bênçãos àqueles que crerem no Seu Filho como seu Salvador.

LIVROS: SESSENTA E SEIS

Eu sou um livro composto de duas partes, e cada parte é composta de muitos livros. Quantos livros há no Velho Testamento? Quantos no Novo Testamento?

NO ENTANTO, EU SOU UM ÚNICO LIVRO

Realmente, isto é mais que extraordinário! Como podia eu ter sido escrita por uns quarenta homens, ter levado 1600 anos a escrever e, no entanto, depois de ajuntar tudo, ser apenas um livro, e um livro no qual cada parte concorda com todas as outras e se ajustam umas às outras, de modo a formar um todo?
Foi possível somente porque o mesmo Grande Autor disse a todos esses homens o que haviam de escrever. Foi o Espírito Santo de Deus: Ele é o Autor desse livro extraordinário.

MEU GRANDE TEMA: CRISTO

Eu fui escrita para falar de Cristo. Ele move-se através de minhas páginas. Se, quando vocês lerem a Bíblia, não encontrarem Cristo, “O Homem da Bíblia”, em suas páginas, lerão a Bíblia em vão.
Um negociante de diamantes, que não amava a Palavra de Deus, uma vez embrulhou um precioso diamante nas folhas que continham os primeiros três capítulos do Evangelho de S. João. Ele serviu-se desse papel porque era muito macio. O indu que recebeu o diamante recebeu com ele uma coisa muito mais preciosa. Em João 3:16 ele encontrou “O Homem da Bíblia”. Leu o versículo muitas vezes e depois disse: “Certamente este Salvador morreu por mim”. Pela fé, aceitou Jesus Cristo. “Eu O tomo agora mesmo como meu.”

OVERHOLTZER, Ruth. A Bíblia, a Palavra de Deus, São Paulo, ALIANÇA PRÓ EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS, páginas 18 a 21

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

ALGUMAS DICAS PARA OS PAIS

1. Arranje tempo para ser pai. Na sociedade moderna, muitas vezes o homem é apenas uma máquina de trabalhar. Você precisa se esforçar para ser um pai de verdade para os seus filhos.
2. Seja um pai atuante – converse, brinque, invente, viaje junto. Aproveite toda e qualquer oportunidade para interagir.
3. Às vezes, o Distúrbio de Deficiência da Atenção é realmente distúrbio de deficiência da atenção do pai.
4. Divida com a sua parceira a tarefa de disciplinar os filhos. Muitas vezes, o menino vai atender mais a você do que a ela – não por medo, mas pelo respeito que sente e pela vontade de agradar você. Não bata no seu filho nem o assuste. Isso só vai servir para torná-lo agressivo com os outros.
5. O menino copia tudo o que você faz. Ele vai copiar o modo como você trata a mãe dele. Vai adotar as suas atitudes, quer sejam racistas, de eterna vítima, de otimismo, de atenção e justiça e assim por diante. E ele só vai saber demonstrar as emoções dele se você demonstrar as suas.
6. A maioria dos garotos adora brincar de lutar. Use essas brincadeiras para para se divertirem e também para ensinar a ele autocontrole, a saber parar e estabelecer algumas regras para quando o jogo estiver ficando violento demais.
7. Ensine seu filho a respeitar as mulheres – e a se respeitar.


BIDDULPH, Steve. Criando meninos, São Paulo, Editora Fundamento Educacional, 2002, página 84

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

ALGUMAS MANEIRAS DE TRANSMITIR SENSO DE VALOR ÀS CRIANÇAS




“1. SEJA POLIDO:
É assim que mostramos respeito aos de fora da família, e isso funciona também dentro da família. Mas, como o psicólogo de crianças observou, sob todas as condições, a polidez deve ser ensinada polidamente. O que acontece frequentemente, no entanto, é que pais a ensinam grosseiramente. Quando uma criança interrompe alguém que já está falando, ela não está sendo polida. Mas quando um adulto interrompe a criança para dizer-lhe que ela está sendo rude, ele também o está.

2. ESCUTE COM SENSIBILIDADE:
Procure ouvir o que a criança está realmente tentando comunicar. Muita observação crítica ou depreciativa já foi feita às crianças porque os pais não tomaram o tempo de pensar sobre o significado das palavras das crianças. Obrigue-se, por um dia, a esperar cinco segundos antes de responder a qualquer comentário ou pergunta de seu filho. Veja se as suas respostas não mudam para melhor.

3. NÃO PROCURE MOTIVAR SENTINDO CULPA:
Nós, pais, nos tornamos vítimas desse inimigo da auto-estima quando nos sentimos culpados e frustrados. (...) Para obter o poder de sermos mais positivos em relação a outros, todos nós precisamos refletir mais sobre a maneira como Deus nos trata. Ele nos chama de seus filhos e filhas, herdeiros da vida eterna, apesar de não sermos dignos de tal amor.”

MALONE, Dennis. Filhos em idade escolar, Porto Alegre, Editora CONCÓRDIA, primeira edição, 1997, páginas 37, 38

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A FLOR SAUDÁVEL

Esta atividade encoraja as crianças a assistir a aula, convidar os seus amigos para vir à igreja, promove o comportamento e o trabalho.

Veja como ele funciona:

Cada criança recebe um pedaço de papel recortado na forma de um vaso de flores. A criança escreve seu nome no vaso de flores. A cada semana dar à criança uma flor que, em seguida, deve anexar ao seu vaso de flores. Se ela tem um amigo que convidou, recebe uma flor adicional. Se a criança tem demonstrado bom comportamento recebe uma flor extra, assim como quando completa sua tarefa.

Explicar às crianças que eles também estão cultivando a sua vida espiritual através do atendimento e participação em classe, convidar amigos e fazer as suas tarefas.
Esta atividade pode ser facilmente adaptada e utilizada com outros temas e/ou estações. No outono você pode usar uma árvore com várias folhas coloridas. Noé e a Arca poderia ser usado como um tema com as crianças adicionando os animais. Seja criativo e ajuste essa atividade para beneficiar sua turma!

Extraído e adaptado de www.ministry-to-children.com

ORAÇÃO - SUGESTÕES


Caixa de Oração

As crianças colocam seu nome em um cartão, anotando uma oração pessoal. Quando todos tiverem preenchido, coloque o cartão em uma caixa. No final da aula, cada criança retira um cartão da caixa e fica responsável por orar pelo coleguinha durante a semana.

Caderno de Oração

Em um caderno colocar a data de cada reunião no canto superior. Incentivar as crianças a escrever pedidos de oração ou agradecimentos. Eles também podem olhar para páginas anteriores para ver que orações foram respondidas.

Mural da Oração

Para incentivar as preces fazer um "mural de Oração". Pode ser feito com cartolina ou papel pardo, onde as crianças escrevem seus pedidos. Depois coloca-se o cartaz em uma das paredes ou em mural apropriado. O visual das orações permite acompanhar as respostas ao longo do tempo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

DEZ MANDAMENTOS PARA PROFESSORES

Por George Polya in "Jornal da Matemática Elementar" nº 119

1. Tenha interesse pela sua matéria.

2. Conheça a sua matéria.

3. Procure ler as expressões faciais dos seus alunos; procure descobrir as suas expectativas e as suas dificuldades; ponha-se no lugar deles.

4. Compreenda que a melhor maneira de aprender alguma coisa é descobri-la você mesmo.

5. Dê aos seus alunos não apenas informação, mas know-how, atitudes mentais, o hábito de trabalho metódico.

6. Faça-os aprender a dar palpites.

7. Faça-os aprender a demonstrar.

8. Procure encontrar, no problema que está abordando, aspectos que poderão ser úteis nos problemas que virão - procure descobrir o modelo geral que está por trás da presente situação concreta.

9. Não desvende o segredo de uma vez - deixe os alunos darem palpites antes - deixe-os descobrir por si próprios, na medida do possível.

10. Sugira, não os faça engolir à força.

Nota: No Jornal de Mathemática Elementar nº 119 George Polya desenvolve estes tópicos com clareza.
Simões, Alcino. (1998-200?). Dez mandamentos para professores. http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/formar/
alcinosimoes@yahoo.com

Extraído de www.prof2000.pt

OITO CHAVES PARA O ÊXITO

Por: Lois Keffer and Dean Stone

1. Conecte-se emocionalmente com sua classe

Se deseja que as crianças estejam motivadas e interessadas em aprender, você precisa fazer uma conexão emocional. A parte do cérebro que governa a emoção pode ajudar tanto a aprender como interromper a aprendizagem. As crianças precisam de uma boa razão para fazer o que você está pedindo, uma razão que seja de seu interesse pessoal. Isto pode fazer sentir-se orgulhoso por uma realização, sentir prazer por ter feito uma atividade, sentir satisfação de completar uma tarefa desafiante ou a emoção de investigar algo novo.

2. Elimine os medos

Embora a igreja seja um lugar de pessoas que amam a Deus e desejem o melhor para seus filhos, pode também ser um lugar de ameaças para as crianças. Josué sentia medo, pois sempre ouvia seu professor lhe dizer que não era permitido brincar com seus carrinhos de brinquedos na Escola Sabatina. Lucas, uma criança que não suportava estar sentado mais do que quatro minutos, sentia medo dos professores porque lhe diziam que devia sentar-se tranqüilo no círculo para a história bíblica.

3. Desafio ao êxito

Uma vez que há sentido de conexão emocional e segurança, o que a criança precisa em seguida é um desafio. Os cérebros humanos foram criados por Deus para responder ao desafio, especialmente se há uma oportunidade de êxito razoável. As crianças respondem às atividades na classe quando estas atividades trazem um desafio para o êxito. Para uma criança como Lucas, uma história bíblica apresentada em forma de jogo ativo resultará em maior aprendizagem que se for forçado a manter-se quieto. Ele pensará, Que Legal! Isto eu posso fazer. Gostaria que a história bíblica fosse sempre assim cada semana.

4. Dê opções

A possibilidade de escolher tem uma função importante na motivação. A livre determinação é uma característica dada por Deus à raça humana. Por conseguinte necessitamos fazer o que nos é pedido, mas de vez em quando a oportunidade para fazer uma escolha anima tanto as crianças como os adultos a participarem naquilo que escolheram.
Deixe que as crianças escolham que personagem eles querem representar quando atuam na história bíblica. Deixe que eles escolham as atividades de aplicação, que apelam aos diferentes estilos de aprendizagem. Você ficará maravilhado de como as crianças estão desejosas de participar nas opções que fizeram.

5. Considere um sistema de recompensas positivas

A conexão emocional leva as crianças a responderem ao desafio e este torna-se significativo somente se há uma “atração”. O que conseguirão as crianças com isto? Se elas fazem o que você quer que façam, que atração pode ter para eles? Para responder a esta pergunta alguns professores usam um sistema de recompensa positivo, que motivam os alunos que têm dificuldades para motivar-se por si mesmos – “Se disseres um versículo de memória, ganharás pontos para ir a um acampamento”. “Se terminares de fazer as notícias a tempo, serás o auxiliar do professor para este dia”. Quando as crianças entendem claramente as expectativas, o sistema de recompensa positivo pode ser simples e efetivo.

6. Estabeleça expectativas razoáveis e realizáveis

Estabeleça expectativas que sejam razoáveis e realizáveis para as crianças em sua classe. Por exemplo, não espere que uma criança do jardim da infância permaneça sentada do mesmo jeito que uma criança do primário. Trate de entender e esteja atento, encaixando atividades que se ajustem à eles.

Enquanto os sistemas de recompensas funcionam para resolver problemas a curto prazo, uma aprendizagem real acontece quando as recompensas vêm de dentro da criança – uma alta estima e satisfação afloram com uma tarefa completa.

7. Estabeleça uma relação afetiva

Isto é simples de entender. As crianças que a amam querem agradá-la. As experiências de êxito têm muito a ver com as relações de benevolência. Quando as crianças trabalham fortemente para entender uma nova verdade bíblica e integrá-las a sua vida, elas necessitam ser incentivadas e afirmadas tanto pelos professores de classe na Igreja, como pelos pais no lar.

Noticie e comente estes passos de progresso, é fácil passá-los por alto nas celebrações pequenas porque ante os olhos dos adultos, o fato não é tão significante. Esta dimensão de relações no ensino é muito importante. Tome tempo para comemorar as respostas às orações, dizendo: Que legal! depois de um jogo de recapitulação bíblica que demonstre quantas crianças aprenderam; dar um abraço a uma criança que não passou um bom dia. As relações afetivas positivas podem prover a conexão emocional para começar a cadeia de aprendizagem.

8. Faça um suspense com o que vai vir

A curiosidade é algo extraordinário. Em um milésimo de segundo um flash resplandece no contacto de olhos que você e as crianças cruzam, e logo se dará conta que aceitou a atenção deles. Ali você está ajudando a construir a conexão emocional necessária para a aprendizagem ao criar mistérios, emoção e antecipação do que vai vir. Você captou a atenção e eles estão desejosos de aprender.

Extraído de www.igrejaadventista.org/Ministeriodacrianca

TEMPO DE ESPERANÇA