quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

PARA ENSINAR A BÍBLIA PARA OS PEQUENOS


EU SOU A BÍBLIA

Tenho também muitos outros nomes. Você tem mais de um nome, não tem? Às vezes sou chamada A PALAVRA DE DEUS, o que verdadeiramente sou. Outras vezes sou chamada AS ESCRITURAS, que significa “os escritos”. Homens santos escreveram as mensagens que Deus lhes mandou escrever, e esses escritos, juntos, formam o livro chamado a BÍBLIA. Eu gosto de ser chamada O LIVRO, porque eu sou o livro acima de todos os outros livros. Não me trate como você trata qualquer livro sem importância, de contos de fadas, ou mesmo seus livros de aritmética ou história do Brasil, porque estes foram escritos por homens, enquanto eu, como você vai ver, fui dado por Deus. Não se esqueça, então, dos meus nomes:
1) BÍBLIA
2) O LIVRO
3) AS ESCRITURAS
4) A PALAVRA DE DEUS

EU SOU O LIVRO QUE DEUS ESCREVEU

Deus, o Espírito Santo, é o meu Autor. Veja em II Pedro 1:21 e você verá que os homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. II Tim. 3:16 diz-nos que toda a Escritura é dada por inspiração de Deus. Por que não procurar esses versos agora mesmo, para ver o que eles dizem a meu respeito? O quê? Você não tem uma Bíblia? Mary Jones caminhou quarenta quilômetros e pagou trinta e cinco mil cruzeiros por mim! Você pode comprar uma por pouco dinheiro. Mas estou vendo que alguns de vocês têm Bíblias. Tomem cuidado, tratem as minhas páginas com reverência! Antes de ter sido inventada a imprensa, homens pacientemente copiavam-me à mão e, quando eles tinham de escrever o nome de Deus, primeiro eles lavavam a pena e molhavam-na em tinta especial, tão santo era o nome do meu Autor para eles!

ESCRITORES: UNS QUARENTA

Não parece isto estranho? Primeiro eu disse a vocês que Deus me escreveu, e agora digo-lhes que tive uns quarenta escritores. Mas este é o lado humano da história.
Durante os muitos anos em que Deus me estava dando ao mundo, Ele precisou e quis servir-se destes diferentes homens para escreverem a mensagem. Foram realmente Moisés e Isaías, Paulo, João e outros que escreveram, mas Deus de tal maneira inspirou seus corações que eles escreveram exatamente o que Deus queria. Eram homens muito diferentes uns dos outros. Alguns eram ricos, outros eram pobres. Uns eram instruídos e outros não. Entre os meus escritores houve um que fazia tendas, outro trabalhava com o arado, um era cobrador de impostos, outro lavrador, outro médico, outro músico, outro poeta, outro cuidava de vacas, e um era pastor de ovelhas e veio a ser rei.

TEMPO: 1600 ANOS

Esta é outra coisa extraordinária a meu respeito. Levaram 1600 anos para me escreverem! Deste modo, como vocês vêem, a maior parte de meus escritores não se conheceram e muitos morreram antes que os outros tivessem nascido. Estes escritores viveram em diferentes lugares, e alguns dos livros foram escritos centenas de anos depois dos outros. Os meus escritores não se puderam ver uns aos outros, nem fazer comparações entre o que escreveram; eles apenas escreveram a mensagem que Deus lhes deu. Algumas partes foram escritas em cidades, outras nos desertos, outras nas prisões e outras em palácios.

PARTES: DUAS

Quem sabe os nomes das minhas duas partes? É isso mesmo: Velho e Novo Testamento. Mas, que quer dizer “testamento”? É um acordo, ou um testamento como muitas pessoas fazem antes de morrer, dizendo o que querem que se faça com suas possessões depois de terem morrido.
No Velho Testamento encontramos muitos acordos, ou promessas de Deus para fazer coisas maravilhosas para o Seu povo de Israel, inclusive mandar um Salvador, Seu próprio Filho. Assim, há muitas riquezas para nós no Velho Testamento, porque nós podemos aprender muito a respeito de Deus, nosso Pai, e ver o Senhor Jesus apresentado ali como Aquele que havia de vir.
No Novo Testamento, escrito depois da morte do Senhor, nós temos o acordo de Deus para salvar e dar todas as bênçãos àqueles que crerem no Seu Filho como seu Salvador.

LIVROS: SESSENTA E SEIS

Eu sou um livro composto de duas partes, e cada parte é composta de muitos livros. Quantos livros há no Velho Testamento? Quantos no Novo Testamento?

NO ENTANTO, EU SOU UM ÚNICO LIVRO

Realmente, isto é mais que extraordinário! Como podia eu ter sido escrita por uns quarenta homens, ter levado 1600 anos a escrever e, no entanto, depois de ajuntar tudo, ser apenas um livro, e um livro no qual cada parte concorda com todas as outras e se ajustam umas às outras, de modo a formar um todo?
Foi possível somente porque o mesmo Grande Autor disse a todos esses homens o que haviam de escrever. Foi o Espírito Santo de Deus: Ele é o Autor desse livro extraordinário.

MEU GRANDE TEMA: CRISTO

Eu fui escrita para falar de Cristo. Ele move-se através de minhas páginas. Se, quando vocês lerem a Bíblia, não encontrarem Cristo, “O Homem da Bíblia”, em suas páginas, lerão a Bíblia em vão.
Um negociante de diamantes, que não amava a Palavra de Deus, uma vez embrulhou um precioso diamante nas folhas que continham os primeiros três capítulos do Evangelho de S. João. Ele serviu-se desse papel porque era muito macio. O indu que recebeu o diamante recebeu com ele uma coisa muito mais preciosa. Em João 3:16 ele encontrou “O Homem da Bíblia”. Leu o versículo muitas vezes e depois disse: “Certamente este Salvador morreu por mim”. Pela fé, aceitou Jesus Cristo. “Eu O tomo agora mesmo como meu.”

OVERHOLTZER, Ruth. A Bíblia, a Palavra de Deus, São Paulo, ALIANÇA PRÓ EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS, páginas 18 a 21

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

ALGUMAS DICAS PARA OS PAIS

1. Arranje tempo para ser pai. Na sociedade moderna, muitas vezes o homem é apenas uma máquina de trabalhar. Você precisa se esforçar para ser um pai de verdade para os seus filhos.
2. Seja um pai atuante – converse, brinque, invente, viaje junto. Aproveite toda e qualquer oportunidade para interagir.
3. Às vezes, o Distúrbio de Deficiência da Atenção é realmente distúrbio de deficiência da atenção do pai.
4. Divida com a sua parceira a tarefa de disciplinar os filhos. Muitas vezes, o menino vai atender mais a você do que a ela – não por medo, mas pelo respeito que sente e pela vontade de agradar você. Não bata no seu filho nem o assuste. Isso só vai servir para torná-lo agressivo com os outros.
5. O menino copia tudo o que você faz. Ele vai copiar o modo como você trata a mãe dele. Vai adotar as suas atitudes, quer sejam racistas, de eterna vítima, de otimismo, de atenção e justiça e assim por diante. E ele só vai saber demonstrar as emoções dele se você demonstrar as suas.
6. A maioria dos garotos adora brincar de lutar. Use essas brincadeiras para para se divertirem e também para ensinar a ele autocontrole, a saber parar e estabelecer algumas regras para quando o jogo estiver ficando violento demais.
7. Ensine seu filho a respeitar as mulheres – e a se respeitar.


BIDDULPH, Steve. Criando meninos, São Paulo, Editora Fundamento Educacional, 2002, página 84

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

ALGUMAS MANEIRAS DE TRANSMITIR SENSO DE VALOR ÀS CRIANÇAS




“1. SEJA POLIDO:
É assim que mostramos respeito aos de fora da família, e isso funciona também dentro da família. Mas, como o psicólogo de crianças observou, sob todas as condições, a polidez deve ser ensinada polidamente. O que acontece frequentemente, no entanto, é que pais a ensinam grosseiramente. Quando uma criança interrompe alguém que já está falando, ela não está sendo polida. Mas quando um adulto interrompe a criança para dizer-lhe que ela está sendo rude, ele também o está.

2. ESCUTE COM SENSIBILIDADE:
Procure ouvir o que a criança está realmente tentando comunicar. Muita observação crítica ou depreciativa já foi feita às crianças porque os pais não tomaram o tempo de pensar sobre o significado das palavras das crianças. Obrigue-se, por um dia, a esperar cinco segundos antes de responder a qualquer comentário ou pergunta de seu filho. Veja se as suas respostas não mudam para melhor.

3. NÃO PROCURE MOTIVAR SENTINDO CULPA:
Nós, pais, nos tornamos vítimas desse inimigo da auto-estima quando nos sentimos culpados e frustrados. (...) Para obter o poder de sermos mais positivos em relação a outros, todos nós precisamos refletir mais sobre a maneira como Deus nos trata. Ele nos chama de seus filhos e filhas, herdeiros da vida eterna, apesar de não sermos dignos de tal amor.”

MALONE, Dennis. Filhos em idade escolar, Porto Alegre, Editora CONCÓRDIA, primeira edição, 1997, páginas 37, 38

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A FLOR SAUDÁVEL

Esta atividade encoraja as crianças a assistir a aula, convidar os seus amigos para vir à igreja, promove o comportamento e o trabalho.

Veja como ele funciona:

Cada criança recebe um pedaço de papel recortado na forma de um vaso de flores. A criança escreve seu nome no vaso de flores. A cada semana dar à criança uma flor que, em seguida, deve anexar ao seu vaso de flores. Se ela tem um amigo que convidou, recebe uma flor adicional. Se a criança tem demonstrado bom comportamento recebe uma flor extra, assim como quando completa sua tarefa.

Explicar às crianças que eles também estão cultivando a sua vida espiritual através do atendimento e participação em classe, convidar amigos e fazer as suas tarefas.
Esta atividade pode ser facilmente adaptada e utilizada com outros temas e/ou estações. No outono você pode usar uma árvore com várias folhas coloridas. Noé e a Arca poderia ser usado como um tema com as crianças adicionando os animais. Seja criativo e ajuste essa atividade para beneficiar sua turma!

Extraído e adaptado de www.ministry-to-children.com

ORAÇÃO - SUGESTÕES


Caixa de Oração

As crianças colocam seu nome em um cartão, anotando uma oração pessoal. Quando todos tiverem preenchido, coloque o cartão em uma caixa. No final da aula, cada criança retira um cartão da caixa e fica responsável por orar pelo coleguinha durante a semana.

Caderno de Oração

Em um caderno colocar a data de cada reunião no canto superior. Incentivar as crianças a escrever pedidos de oração ou agradecimentos. Eles também podem olhar para páginas anteriores para ver que orações foram respondidas.

Mural da Oração

Para incentivar as preces fazer um "mural de Oração". Pode ser feito com cartolina ou papel pardo, onde as crianças escrevem seus pedidos. Depois coloca-se o cartaz em uma das paredes ou em mural apropriado. O visual das orações permite acompanhar as respostas ao longo do tempo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

DEZ MANDAMENTOS PARA PROFESSORES

Por George Polya in "Jornal da Matemática Elementar" nº 119

1. Tenha interesse pela sua matéria.

2. Conheça a sua matéria.

3. Procure ler as expressões faciais dos seus alunos; procure descobrir as suas expectativas e as suas dificuldades; ponha-se no lugar deles.

4. Compreenda que a melhor maneira de aprender alguma coisa é descobri-la você mesmo.

5. Dê aos seus alunos não apenas informação, mas know-how, atitudes mentais, o hábito de trabalho metódico.

6. Faça-os aprender a dar palpites.

7. Faça-os aprender a demonstrar.

8. Procure encontrar, no problema que está abordando, aspectos que poderão ser úteis nos problemas que virão - procure descobrir o modelo geral que está por trás da presente situação concreta.

9. Não desvende o segredo de uma vez - deixe os alunos darem palpites antes - deixe-os descobrir por si próprios, na medida do possível.

10. Sugira, não os faça engolir à força.

Nota: No Jornal de Mathemática Elementar nº 119 George Polya desenvolve estes tópicos com clareza.
Simões, Alcino. (1998-200?). Dez mandamentos para professores. http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/formar/
alcinosimoes@yahoo.com

Extraído de www.prof2000.pt

OITO CHAVES PARA O ÊXITO

Por: Lois Keffer and Dean Stone

1. Conecte-se emocionalmente com sua classe

Se deseja que as crianças estejam motivadas e interessadas em aprender, você precisa fazer uma conexão emocional. A parte do cérebro que governa a emoção pode ajudar tanto a aprender como interromper a aprendizagem. As crianças precisam de uma boa razão para fazer o que você está pedindo, uma razão que seja de seu interesse pessoal. Isto pode fazer sentir-se orgulhoso por uma realização, sentir prazer por ter feito uma atividade, sentir satisfação de completar uma tarefa desafiante ou a emoção de investigar algo novo.

2. Elimine os medos

Embora a igreja seja um lugar de pessoas que amam a Deus e desejem o melhor para seus filhos, pode também ser um lugar de ameaças para as crianças. Josué sentia medo, pois sempre ouvia seu professor lhe dizer que não era permitido brincar com seus carrinhos de brinquedos na Escola Sabatina. Lucas, uma criança que não suportava estar sentado mais do que quatro minutos, sentia medo dos professores porque lhe diziam que devia sentar-se tranqüilo no círculo para a história bíblica.

3. Desafio ao êxito

Uma vez que há sentido de conexão emocional e segurança, o que a criança precisa em seguida é um desafio. Os cérebros humanos foram criados por Deus para responder ao desafio, especialmente se há uma oportunidade de êxito razoável. As crianças respondem às atividades na classe quando estas atividades trazem um desafio para o êxito. Para uma criança como Lucas, uma história bíblica apresentada em forma de jogo ativo resultará em maior aprendizagem que se for forçado a manter-se quieto. Ele pensará, Que Legal! Isto eu posso fazer. Gostaria que a história bíblica fosse sempre assim cada semana.

4. Dê opções

A possibilidade de escolher tem uma função importante na motivação. A livre determinação é uma característica dada por Deus à raça humana. Por conseguinte necessitamos fazer o que nos é pedido, mas de vez em quando a oportunidade para fazer uma escolha anima tanto as crianças como os adultos a participarem naquilo que escolheram.
Deixe que as crianças escolham que personagem eles querem representar quando atuam na história bíblica. Deixe que eles escolham as atividades de aplicação, que apelam aos diferentes estilos de aprendizagem. Você ficará maravilhado de como as crianças estão desejosas de participar nas opções que fizeram.

5. Considere um sistema de recompensas positivas

A conexão emocional leva as crianças a responderem ao desafio e este torna-se significativo somente se há uma “atração”. O que conseguirão as crianças com isto? Se elas fazem o que você quer que façam, que atração pode ter para eles? Para responder a esta pergunta alguns professores usam um sistema de recompensa positivo, que motivam os alunos que têm dificuldades para motivar-se por si mesmos – “Se disseres um versículo de memória, ganharás pontos para ir a um acampamento”. “Se terminares de fazer as notícias a tempo, serás o auxiliar do professor para este dia”. Quando as crianças entendem claramente as expectativas, o sistema de recompensa positivo pode ser simples e efetivo.

6. Estabeleça expectativas razoáveis e realizáveis

Estabeleça expectativas que sejam razoáveis e realizáveis para as crianças em sua classe. Por exemplo, não espere que uma criança do jardim da infância permaneça sentada do mesmo jeito que uma criança do primário. Trate de entender e esteja atento, encaixando atividades que se ajustem à eles.

Enquanto os sistemas de recompensas funcionam para resolver problemas a curto prazo, uma aprendizagem real acontece quando as recompensas vêm de dentro da criança – uma alta estima e satisfação afloram com uma tarefa completa.

7. Estabeleça uma relação afetiva

Isto é simples de entender. As crianças que a amam querem agradá-la. As experiências de êxito têm muito a ver com as relações de benevolência. Quando as crianças trabalham fortemente para entender uma nova verdade bíblica e integrá-las a sua vida, elas necessitam ser incentivadas e afirmadas tanto pelos professores de classe na Igreja, como pelos pais no lar.

Noticie e comente estes passos de progresso, é fácil passá-los por alto nas celebrações pequenas porque ante os olhos dos adultos, o fato não é tão significante. Esta dimensão de relações no ensino é muito importante. Tome tempo para comemorar as respostas às orações, dizendo: Que legal! depois de um jogo de recapitulação bíblica que demonstre quantas crianças aprenderam; dar um abraço a uma criança que não passou um bom dia. As relações afetivas positivas podem prover a conexão emocional para começar a cadeia de aprendizagem.

8. Faça um suspense com o que vai vir

A curiosidade é algo extraordinário. Em um milésimo de segundo um flash resplandece no contacto de olhos que você e as crianças cruzam, e logo se dará conta que aceitou a atenção deles. Ali você está ajudando a construir a conexão emocional necessária para a aprendizagem ao criar mistérios, emoção e antecipação do que vai vir. Você captou a atenção e eles estão desejosos de aprender.

Extraído de www.igrejaadventista.org/Ministeriodacrianca

PARA COLORIR




segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

COMO CONTAR HISTÓRIAS


O processo de estímulo e incentivo para se contar uma história são inúmeros, mas sua eficácia depende de como o contador os utilizará. Não há "fórmulas mágicas" que substituam o entusiasmo do contador.
Quem aspira ser um bom contador de histórias, deve desenvolver alguns passos importantes em seus preparativos:

1) a história a ser contada e apresentada deve estar bem memorizada. Por isso, é imprescindível ler a história várias vezes e estar bem familiarizado com cada parágrafo do livro, para não perder "o fio da meada" e ficar procurando algum tópico durante a apresentação;

2) destacar e sublinhar os tópicos mais importantes, interessantes e significativos, para que na apresentação recebam a devida valorização;

3) procurar vivenciar a história. Envolver-se com ela, fazer parte dela e sentir a emoção dos personagens e ao apresentá-la atrair os ouvintes para a magia da história;

4) ao apresentar a história, falar com naturalidade e dar destaque aos tópicos mais importantes com gestos e variações de voz, de acordo com cada personagem e cada nova situação. No entanto, é preciso cuidar para não exagerar nos gestos ou nas entonações de voz;

5) oferecer espaço aos ouvintes que querem interferir na história e participar dela. Quem se sente tocado em seu imaginário sente necessidade de participar ativamente no desenrolar da história. O importante é que nessa hora não haja pressa, contando ou lendo tudo de uma só vez. É preciso respeitar as pausas, perguntas e comentários naturais que a história possa despertar, tanto em quem lê quanto em quem ouve. É o tempo dos porquês;

6) toda história e toda dramatização devem ser apresentadas com entusiasmo e paixão. Sempre devem transparecer a alegria e o prazer que elas provocam. Sem esses componentes, os ouvintes não são atingidos e logo perdem o interesse pelo que está sendo apresentado.

Segundo Abramovich (1993), "o ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo. Afinal, tudo pode nascer dum texto!" A criança, ao ouvir histórias, vive todas essas emoções. Afinal, escutar histórias é o início, o ponto-chave para tornar-se um leitor, um inventor, um criador.

Extraído de http://desenvolvendoprojetos.pbwiki.com/grupo%208

O DECÁLOGO DO PROFESSOR CRISTÃO

1. Fale com os alunos
Nada há de tão agradável e animador quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de sorrisos amáveis e professores acessíveis.

2. Sorria para e com os alunos
Lembre-se de que acionamos 72 músculos para franzir a testa e apenas 14 para sorrir.

3. Chame os alunos pelo nome
A música mais suave para muitos ainda é ouvir seu próprio nome.

4. Seja amigo e prestativo
Se você quer ter a amizade do aluno, seja amigo dele.

5. Seja cordial com o aluno
Tudo o que você fizer, faça-o com prazer. Você receberá o mesmo tratamento que dispensar aos seus alunos.

6. Demonstre interesse sincero pelos alunos
Não reduza seu aluno a um simples nome no cartão de chamada, ou alguém que apenas relata atividades missionárias. Considere-o como pessoa.

7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar
Professores competentes elogiam, encorajam e elevam seus alunos. Professores medíocres apenas sabem criticar, intimidar e ameaçar o aluno

8. Saiba respeitar os sentimentos dos alunos
Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro lado e o lado de quem está certo. Quem disse que o professor está sempre com a razão?

9. Preocupe-se com a opinião dos seus alunos
Três comportamentos do professor de sucesso: sabe ouvir, sabe aprender e sabe admitir.

10. Procure apresentar um excelente serviço aos alunos
O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros. Portanto, colega: seja cem por cento profissional; na verdade: seja o melhor professor do mundo!

Extraído de:
SUÁREZ, Adolfo Semo. Sou professor. E agora? Engenheiro Coelho, Gráfica Lagoa Bonita, segunda edição, 2004, páginas 34 e 35

TEMPO DE ESPERANÇA