sábado, 25 de abril de 2009

44 formas para usar a arte no aprendizado das crianças




Darlene Franklin

“Cristo me ama, .... ” Amanda cantava enquanto se dirigia da Igreja à sua casa, ela levava um quadro montado com o verso bíblico, “Amemos uns aos outros” (I João 4:7) escrito na parte inferior. “Que bom, que já estás de volta! O que aprendeste hoje Jimmy?” “algo sobre Gebos”.

Qual é a diferença? Jimmy escutou a lição bíblica e Amanda se deleitou fazendo as atividades. As artes visuais, manuais, música, dramas ou escrever textos com verdades bíblicas relacionadas à vida, são coisas com as quais aprendem. Em continuação expomos 45 idéias para usar as artes no aprendizado das crianças.

Trabalhos manuais

As artes por si mesmas exibem os fatos concretos das lições bíblicas.

1. Leve quadros bonitos ao salão de classe, obtidos de livros ou slides.
2. Desenhe um mapa se o local é uma parte importante na história.
3. Desenhe bandeiras temáticas.
4. Apresente a lição bíblica ou uma história contemporânea com rótulos atraentes ou caricaturas alusivas à lição.
5. Ilustre a cena culminante da história em um mural.
6. Teça ou costure a túnica de José.
7. Marque uma linha de tempo para o ministério público de Jesus.
8. Pinte ou desenhe tecidos para mostrar os eventos na seqüência.
9. Prepare um panorama das covas onde David se escondeu de Saul.
10. Construa as paredes de Jericó com blocos de Isopor.
11. Prepare quadros de duas e três folhas para o estudo de um personagem.
12. Prepare pegadas das mãos e dos pés para pensar em como nossos corpos podem ser usados para o serviço de Deus.
13. Faça montagem ou colagem de quadros com materiais naturais ou pastas.
14. Colete vários objetos como folhas, esponjas, rochas e bolinhas para usá-los em pin-turas ou quadros.

Música

Com ou sem palavras, a melodia, a harmonia e os toques, expressam emoções em um nível instintivo. A música funciona bem logrando metas de atitude.

15. Toque uma música antes que comece a classe ou durante o tempo que as crianças estiverem trabalhando.
16. Cante com as crianças. Ensine um hino da classe.
17. Prepare um livro de corinhos para usá-lo na classe.
18. Construa instrumentos musicais, tais como, tambores, chocalhos e pandeiros. Ima-gine que você é Maria (irmã de Moisés) cantando com os israelitas louvando a Deus depois de cruzar o Mar Vermelho.
19. Examine o índice temático e o índice de títulos em seu Hinário e selecione hinos relacionados às lições ou versos de memória.
20. Sublinhe ou assinale os hinos favoritos.
21. Ilustre o significado do hino com movimentos ou quadros.
22. Participe com as crianças. Prepare um grupo pequeno para que cante na classe ou que toda a classe cante para a igreja.
23. Leve para a classe um teclado (piano elétrico) ou campainhas. Escolha uma melodia original para adaptá-la às palavras do verso de memória.
24. Escreva uma letra original e adapte a uma melodia conhecida.

Drama

25. Mostre vídeos e discutam o conteúdo.
26. Faça máscaras de pratos de cartão ou cartolina para usá-los no drama.
27. Elabore seus próprios dramas e use vestimentas e materiais apropriados.
28. Designe as “partes” dos alunos em situação da vida real.
29. Entreviste um personagem bíblico famoso. Também entreviste líderes da Igreja.
30. Realize um monólogo de um personagem bíblico ou a luta de uma criança com um problema.
31. Responda as perguntas “quê, quando, quem, onde e por quê” como uma transmis-são de notícias.
32. Ensine uma lição familiar como a do Bom Samaritano, representando a história.
33. Escolha um livro da biblioteca da igreja para representá-lo.
34. Fragmente uma história Bíblica para obter uma encenação.

Escritos

Os escritos podem estar reforçados com outras artes, por exemplo: “globos” para as cari-caturas nos cartazes, instrumentos para tocar com a música e notas nos murais. Também podem fazer-se só escritos como uma atividade da aprendizagem.

35. Leia para as crianças.
36. Peça que os de sua classe revisem as leituras dos livros da biblioteca da Igreja.
37. Componha acrósticos com palavras chaves da história.
38. Conserve um diário imaginário de um personagem bíblico, tal como Paulo.
39. Enviem cartas aos companheiros enfermos ou impossibilitados, familiares, membros da Igreja, missionários e crianças do estrangeiro.
40. Reúna artigos do jornal que se relacionem com a lição do dia. Inclua histórias, edito-riais, anúncios e entrevistas.
41. Elabore uma poesia, pode ser formal e de verso livre.
42. Faça perguntas e adivinhações para repassar a história.
43. Escreva uma história curta que se aplique à verdadeira vida real.
44. Use os versículos ou o formato de perguntas e respostas para escrever uma poesia ou um cântico.

Reúna algumas provisões básicas, junte algumas poucas idéias e leve a cabo sua pro-gramação. Os alunos aprenderão verdades bíblicas enquanto se divertirem.

Extraído de Idéias 2002, Ministério da Criança/Divisão Sul Americana

quinta-feira, 16 de abril de 2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa

LIÇÕES DO AMOR




TRÊS LIÇÕES IMPORTANTES

Jason Chatraw

Eis aqui três lições importantes do amor de Deus:

1) Nossa vida não pode refletir o amor de Deus a menos que aprendamos a amar os outros.

Um jovem que se dizia cristão conhecia tudo a respeito de Deus e de Seu plano de salvação para sua vida. Freqüentava a igreja todas as semanas e professava aberta-mente amar e Jesus na frente de seus colegas de trabalho. Porém, sua religião era a-penas de palavras para aqueles que convivam com ele. Sempre que havia problemas no trabalho, ele ficava amargurado e tinha atitude acusatória. Seus colegas não viam nada diferente nele dos demais, salvo por ser um “religioso fanático”. Não havia nada especialmente diferente em sua vida além de freqüentar semanalmente a igreja.

Paulo viu o mesmo tipo de atitude entre os cristãos de Corinto, levando-o a enviar-lhes esta advertência: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (I Coríntios 13:1). Nosso jornadear com Cristo não nos distingue se não tivermos amor. Somos apenas um ruído irritante sendo levado pelo vento, incapazes de ministrar o amor de Deus a alguém. Jesus também enfatizou esse ponto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35).

2) O amor é o laço da união.

Quando amamos as pessoas, podemos abrandar seu coração e tocar sua vida de for-ma ímpar. Mas como o amor nos mantém unidos? Quando começamos a amar al-guém, desejamos que nosso relacionamento seja “produtivo”, que seja ativo e que se desenvolva. Nunca desejamos que qualquer tipo de confrontação ou mal-entendido in-terfira no relacionamento, porém se surgir o conflito (e inevitavelmente isso ocorrerá), o coração que ama buscará restaurar o relacionamento o mais breve possível, não im-porta o quão seriamente tenhamos sido feridos. “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).

É desta forma que estamos ligados a Deus – por meio da morte e da ressurreição de Seu Filho, Jesus. Deus nos amou tanto a ponto de que quando o pecado entrou no mundo e obstruiu o relacionamento com Ele, em Seu infinito amor, buscou restaurá-lo o mais prontamente possível. O amor de Deus se estende constantemente a nós, bus-cando levar-nos a profundo relacionamento com Ele e unindo nossa mente, vontade e emoções às Suas. Se Deus não nos amasse, não agiria assim. Mas louvado seja Deus que nos ama a fim de estarmos ligados a Ele por meio desse amor.


3) O amor produz alegria em nossa vida.

Certamente o mundo seria um lugar solitário sem o amor de Deus. Sem Deus, não há propósito, sentido ou destino para nossa vida. Ela seria o vácuo – sem qualquer senti-do. Vaguearíamos sem destino ao longo da vida, desejando que algo ou alguém nos amasse e nos desse esperança. Muitas pessoas que não descobriram o amor de Deus estão perambulando neste momento em busca do ingrediente faltante para tornar-lhes a vida completa.

Então, o que Deus e Seu amor fazem em nossa vida? Porque Se interessa por nós, Deus deseja que tenhamos propósito, sentido e destino. Quando entendemos o quanto Deus nos ama, passamos a ver a vida sob nova perspectiva. Seu amor nos dá propósi-to, significado, esperança e destino. E nisso encontramos a alegria. “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus man-damentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:9-11).

Compreender o amor de Deus por nos é importante. Igualmente importante é que compreendamos porque esse amor é tão vital a nosso crescimento, nosso relaciona-mento com Deus e nosso testemunho aos outros. São Francisco de Assis compreen-deu a importância de amar os outros e ao se empenhar nesse sentido, buscou a ajuda de Deus que dessa forma pôde transformar-lhe o coração.

[Extraído de Spiritual Powerpoints, InTouch Ministries.]

Extraído de www.igrejaadventista.org/Ministeriodacrianca

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pelos seus frutos os conhecereis

Por Mike

O que você prefere comer: uma banana podre ou uma banana boa e madura?

Materiais:
Uma banana podre
Uma banana boa

Duração:
Cerca de 4 minutos

Tópicos:
Fecundidade, piedade / Luz,
Veracidade, Valores



O que você vai fazer durante a aula:

Você vai mostrar às crianças a má banana e obter sua primeira reação. Aí você vai mostrar a banana boa e obter uma reação diferente. Isto ajudará as crianças a saberem a diferença entre a produção de bons frutos e maus frutos em sua caminhada diária com Cristo.

O que você vai dizer:

Quando você mostrar a todos a banana podre pergunte: "Quem gostaria de comer essa banana? Por que você não quer comer isso? Associar com o Mateus 7:20 que diz que “por seus frutos os conhecereis”. Que tipo de fruta que você deseja produzir? Será que o fruto da sua vida é boa, como esta banana ou não tão bom, como esta banana podre?

Extraído e adaptado de http://www.kidssundayschool.com

COMO ENSINAR O VERSO PARA DECORAR PARA OS PRÉ-ESCOLARES



Leann Campbell

Simples, Significativo e Divertido

“Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11)

Rapidamente, em dez minutos, conduzi minha classe de alunos de 4 e 5 anos em uma atividade divertida para ajudá-los a memorizarem o verso bíblico. Então, oramos a respeito de algo diretamente relacionado com o verso. As crianças dessa idade, muitas vezes, fazem lon-gas orações, mencionando a todos e a tudo que conhecem. Porém, meu alvo é ensiná-las o significado do verso para decorar e orar por algo específico.

Desenvolvi três diretrizes para ensinar o verso e a oração para essa faixa etária. Meu ob-jetivo é fazer com que seja simples, significativo e divertido.

1. Mantenha-o simples.

As crianças nessa idade provavelmente conseguirão aprender versos curtos, com pala-vras compreensíveis. Uma lição que sugira algo como: I Samuel 3:9 como verso para memori-zar (“Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”), faz com que eu busque um texto mais fácil. As sete palavras nesse verso não fazem parte do vocabulário diário da criança de 4 anos. Prefiro usar as palavras de Moisés, que se encontram em Êxodo 3:4: “Eis-me aqui”. Crianças de quatro anos podem facilmente dizer e compreender essas três palavras.

2. Torne-o significativo.

Para que seja significativo, o verso para decorar deve estar associado com a lição bíblica do dia. Esse é apenas parte do propósito, visto que as crianças devem também aplicá-lo à sua vida no mesmo instante. Uma de nossas histórias bíblicas com o verso: “Eis-me aqui” é a histó-ria do menino Samuel quando ouviu Deus chamando-lhe pelo nome. Provi-lhes um telefone feito de lata e barbante e elas se revezavam chamando uma a outra pelo nome e respondendo: “Eis-me aqui”. Conversamos a respeito de como, normalmente, não ouvimos Deus falar conos-co de forma audível, mas que temos Suas palavras na Bíblia. Uma de Suas mensagens a nós, na Bíblia, é para obedecermos nossos pais. As crianças pensam em formas como podem obe-decer e então todos curvamos a cabeça. Depois de eu proferir uma ou duas sentenças na ora-ção, cada criança ora pedindo ajuda para ouvir e para obedecer a seus pais.

Visto que meu objetivo é fazer com que o verso para decorar seja significativo, deixo de ensinar a referência bíblica. As crianças ainda não necessitam disso uma vez que não lhes diz muito mencionar que o verso se encontra em Salmo 4:3 ou Êxodo 3:4. Posteriormente a criança poderá aprender a referência, quando puderem por si mesmas ler a Bíblia e compreender o significado do verso.

3. Torne-o divertido.

Falar pelo telefone feito de latas foi uma forma divertida de as crianças aprenderem o ver-so para decorar. A cada semana planejamos uma atividade divertida que enfatiza o verso. A maioria dos manuais para os professores apresenta muitas sugestões de jogos ou cânticos que favorecem o aprendizado. Se nada parece se adequar a meus propósitos, crio uma atividade. Sempre tento ler a lição no início da semana a fim de ter tempo suficiente para trabalhar as i-déias em minha mente.

As lições a respeito dos animais provêem muitas oportunidades para atividades divertidas. Guardo os calendários antigos com fotos de animais (também de flores, de alimentos e de tudo o mais que poderia ser usado para ilustrar uma lição). Gênesis 2:19 e 20 nos diz que Adão deu nome a todos os animais. Esses versos necessitam ser encurtados para que a maioria das cri-anças de 4 e 5 anos possam aprendê-lo. Assim tente a porção do verso 19 que diz: “e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome”. Coloque as figuras no quadro ou permita que cada criança escolha uma figura (ou um animal de brinquedo) para segurar en-quanto pensa em um novo nome para lhe dar. Pensar em um nome estranho para os animais será divertido e mais significativo do que simplesmente dizer: “Deus disse a Adão para dar no-mes aos animais”.

Visto que passamos apenas 10 minutos, em cada parte do ensino, as crianças passam para a próxima atividade sem se sentirem cansadas. Algumas vezes, elas dizem o verso para decorar mas não desejam orar. Quando hesitam, ajudo-as ao fazer com que repitam as pala-vras depois de mim. (Orar pode ser algo novo para algumas crianças em cujo lar não há esse costume.)

Nossas crianças pré-escolares realmente não se importam de memorizar o verso se essa atividade for simples, significativa e divertida. Sabemos que elas apreciam o que estão fazendo e este é o nosso alvo como professores. Temos por objetivo levá-las a apreciar a Palavra de Deus e a aplicá-la a sua vida.

RESUMINDO: Torne o verso para memorizar adequado à faixa etária e co-ordene itens visuais para ajudar na memorização. Com um pouco de criati-vidade, essa atividade pode ser divertida.

LeAnn Campbell é professora aposentada. Ela começou a escrever como freelance em 1990 e tem mais de 800 artigos publicados, em mais de 100 publicações. LeAnn e seu marido têm seis filhos adultos, onze netos e um bisneto.


[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, outubro-dezembro de 2004, pp. 20-21.]

quinta-feira, 26 de março de 2009

Prepare-se para a aula




Comece com antecedência - leia a passagem bíblica que você irá ensinar uns 15 a 10 dias antes da aula várias vezes e até em traduções diferentes da Bíblia. Prepare o roteiro 7 a 5 dias antes. Assim você tem tempo de comprar e preparar o material necessário e ensaiar e repassar a história.

Comunique-se - se você trabalha com um assistente ou professor auxiliar, passe o que você programou para ele, numa reunião e por escrito. Ou ainda melhor, programe junto com seu auxiliar o trabalho - diz o ditado que "Duas cabeças pensam melhor que uma!"

Prepare um roteiro básico - em geral ele deve indicar:
- Objetivo: Qual a mensagem / verdade bíblica que quero transmitir?
- Texto: Qual passagem Bíblica usar?
- Como: Qual material didático ou método vou usar? Quais serão as atividades de fixação?
- Tempo: Qual o tempo disponível? O que programei cabe neste tempo?

Em seguida faça o Plano de Aula completo, que deve conter, por escrito cada passo da aula: quem faz o que, o tempo previsto para cada atividade, o material necessário, o resumo da história que você ira contar...

Atenha-se ao objetivo em todas as etapas. As músicas, o versículo para memorizar, as atividades com as crianças, tudo deve transmitir a mesma mensagem.

Ensaie - depois de ter feito o roteiro da sua aula, ensaie. Ensaie o texto, como o irá dizer e a sequencia dos acontecimentos. Pegue o material que irá usar e ensaie com ele (por exemplo, coloque as figuras do flanelógrafo em ordem de uso; ensaie entradas e saídas dos fantoches, a altura do braço, expressões; etc..).
Tente em frente ao espelho, assim você tem uma idéia melhor do que seus alunos verão.

Teste as atividades - A tinta e papel escolhidos para as crianças pintarem são atóxicas? O papel resiste à tinta ou desmancha? Quanto tempo o papier machê leva para secar? Quanta sujeira a argila faz na mesa, preciso forrá-la com plástico ou jornal basta? Seja lá o que for que você decida apresentar para as crianças fazerem, teste antes em casa.

Ore sempre! - antes e depois da leitura, do preparo do roteiro, dos ensaios, das conversas e da aula!

Sorria, confie em Deus e divirta-se com suas crianças!

DICAS E SUGESTÕES PARA DEPARTAMENTO INFANTIL, DE ADOLESCENTES E EBD, LB, RJ, 2003.
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE ALAGOA NOVA
IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL SEMEANDO VIDA

terça-feira, 24 de março de 2009

Tudo bem, filho, todo mundo faz isso!

Pierre Weil

Johnny tinha seis anos de idade e estava em companhia do pai quando este foi flagrado em excesso de velocidade. O pai entregou ao guarda, junto à sua carteira de habilitação, uma nota de vinte dólares. "Está tudo bem, filho", disse ele, quando voltaram à estrada. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha oito anos, deixaram que ele assistisse a uma reunião da família, dirigida pelo tio George, sobre as maneiras mais seguras de sonegar o imposto de renda. "Está tudo bem, garoto", disse o tio. "Todo mundo faz isso".

Aos nove, a mãe levou-o pela primeira vez ao teatro. O bilheteiro não conseguiu arranjar lugares até que a mãe de Johnny lhe deu, por fora, cinco dólares. "Está tudo bem, filho", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Com doze anos, ele perdeu os óculos a caminha da escola. A tia Francine convenceu a companhia de seguros de que eles haviam sido roubados e recebeu uma indenização de 75 dólares. "Está tudo bem, garoto", disse ela. "Todo mundo faz isso".

Aos quinze, foi escolhido para jogar como lateral-direito no time de futebol da escola. Os treinadores o ensinaram como obstruir e, ao mesmo tempo, agarrar um atacante adversário pela camisa sem ser visto pelo juiz. "Tudo bem, garoto", disse o treinador. "Todo mundo faz isso".

Aos dezesseis, Johnny trabalhou num supermercado durante as férias de verão. Seu trabalho: colocar as frutas maduras demais ou estragadas no fundo das caixas e distribuir por cima as frutas mais bonitas, para ludibriar os fregueses. "Tudo bem, garoto", disse o gerente. "Todo mundo faz isso".

Na mesma época, Johnny e um vizinho candidataram-se a uma bolsa de estudos. O vizinho era o primeiro da classe, mas era órfão de pai. Johnny era um estudante medíocre, mas seu pai era presidente da associação dos ex-alunos do colégio. Johnny ganhou a bolsa. "Está tudo bem, filho", disseram os pais. "Todo mundo faz isso".

Quando tinha dezoito anos, um colega mais adiantado lhe ofereceu, por cinqüenta dólares, as questões que iam cair numa prova final. "Tudo bem, amigo", disse ele. "Todo mundo faz isso".

Flagrado colando, Johnny foi expulso da sala. Ameaçado de perder o ano, voltou para casa com o rabo entre as pernas. "Como foi que você pode fazer isso com sua mãe e comigo?", gritou o pai verdadeiramente possesso. "Você nunca aprendeu essas coisas em casa". O tio George e a tia Francine também ficaram envergonhados do sobrinho colador, e proibiram que sua filha continuasse saindo com a turma de Johnny.


Se há uma coisa que o mundo adulto não pode tolerar, é passar vergonha por causa de um garoto que cola nos exames...

Extraído de http://pcdec.sites.uol.com.br/tudobemfilho.htm

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dicas para a atuação do Professor em sala de aula






1. O professor deve chegar, na sala de aula, 15 minutos antes do início da aula, para organizar o material.

2. O professor deve recepcionar as crianças com alegria e entusiasmo, procurando conhecer cada uma.

3. A atitude do professor deve ser sempre de interesse pelas crianças, atenção e orientação, no amor e paz de Jesus.

3. É importante ter informações sobre método, prática e recursos didáticos para melhorar o processo ensino-aprendizagem.

4. O ambiente deve, também, receber especial atenção por parte do professor. O ambiente deve ser tranqüilo, bem arejado e bem iluminado.



Dica de rotina de aula:


Primeiro: Chegada e recepção

As crianças devem ser recepcionadas e preparadas para o início da aula. O professor deve orar e sugerir alguma atividade preliminar.


Segundo: Atividades Preliminares

O professor pode utilizar jogos bíblicos, cantar corinhos e oferecer brinquedos adequados à idade das crianças.



Terceiro: Conteúdo Programático

Com a direção do Espírito Santo, o conteúdo deve ser apresentado e, sempre que possível, utilizando recursos e técnicas didáticas para despertar o interesse e a atenção das crianças. Podem ser utilizadas dramatizações de historinhas bíblicas, trabalhos manuais, exercícios escritos, dentre outros.



Quarto: Encerramento

O encerramento das atividades deve ter início com a organização do material utilizado. Em seguida oração final e despedida.
Extraído de www.portalgospel.com.br

TEMPO DE ESPERANÇA